Familiares, colegas e passageiros prestam homenagem emocionante à motorista Thalita em São José dos Campos

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Familiares, amigos e passageiros homenagearam Thalita Lima em São José dos Campos após caso de feminicídio; Wesley está preso

Familiares, colegas e passageiros prestam homenagem emocionante à motorista Thalita em São José dos Campos
Familiares, colegas e passageiros prestam homenagem emocionante à motorista Thalita em São José dos Campos / Foto: reprodução Pelo Bem de São José

Familiares, amigos, colegas de trabalho e passageiros da linha de ônibus onde Thalita de Arantes Lima trabalhava realizaram uma homenagem emocionante na noite deste sábado (9), em São José dos Campos. O ato reuniu dezenas de pessoas em meio a orações, manifestações de apoio e pedidos por justiça após o feminicídio que gerou grande comoção na cidade. As informações são do Pelo Bem de São José.


Foto: reprodução Pelo Bem de São José
Foto: reprodução Pelo Bem de São José

Dentre os presentes estavam o filho e a irmã de Thalita, que receberam apoio das pessoas que acompanharam o encontro. A morte de Thalita segue causando grande repercussão em São José dos Campos e mobilizando moradores da cidade. O caso também reacendeu discussões sobre violência doméstica, feminicídio e medidas de proteção às mulheres vítimas de ameaças.

A Justiça decretou na quinta-feira (7) a prisão temporária de Wesley Sousa Ribeiro, de 31 anos, acusado de matar a motorista de ônibus. O suspeito já estava preso por descumprir uma medida protetiva contra a vítima e confessou o crime à Polícia Civil.

Foto: Life

A prisão temporária tem prazo inicial de 30 dias, podendo ser prorrogada conforme o andamento das investigações. O caso é tratado como feminicídio.

O corpo de Thalita foi encontrado na noite de segunda-feira (4), dentro da residência onde ela morava, no bairro Majestic, na zona leste de São José dos Campos. Segundo a Polícia Civil, a vítima estava enrolada em um cobertor e já apresentava estado de decomposição.

De acordo com o delegado responsável pela investigação, exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) identificaram 13 lesões provocadas por arma branca no corpo da vítima. Outros detalhes não foram divulgados para preservar a investigação.

Dias antes do crime, Thalita havia relatado ameaças feitas pelo companheiro. Segundo informações divulgadas anteriormente, ela afirmou ter sido acordada pelo suspeito enquanto ele segurava uma faca.

Inicialmente registrado como morte suspeita, o caso foi reclassificado como feminicídio pela Polícia Civil. As investigações seguem para esclarecer todos os detalhes e circunstâncias do assassinato.

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Imagens profissionais em parceria com o site Depositphotos.

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