São José dos Campos instituiu o “Dia dos Legendários”, que será celebrado anualmente na primeira terça-feira de julho

São José dos Campos oficializou o Dia dos Legendários/ Foto: Divulgação
O “Dia dos Legendários” passa a integrar oficialmente o calendário de São José dos Campos. A data será celebrada anualmente na primeira terça-feira de julho e reconhece o crescimento do movimento, presente em 24 países e com mais de 210 mil participantes em todo o mundo.
A criação da data oficial foi aprovada em junho deste ano e marca um novo momento para o movimento Legendários em São José dos Campos. Fundada na Guatemala há pouco mais de uma década, a iniciativa chegou ao Brasil em 2017 e expandiu sua atuação, reunindo homens de diferentes idades, profissões e perfis.
Nos últimos anos, o movimento ganhou maior visibilidade nacional com a participação de empresários, atletas, influenciadores e profissionais de diversas áreas, que passaram a compartilhar suas experiências. A proposta é incentivar reflexões sobre responsabilidade, propósito, liderança, relacionamentos e desenvolvimento pessoal.
As atividades promovidas pelos Legendários incluem desafios ao ar livre, dinâmicas em grupo e momentos de reflexão. Segundo o movimento, as experiências buscam estimular o autoconhecimento, a disciplina, a resiliência, o fortalecimento dos vínculos familiares e o trabalho em equipe.
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Ações sociais fazem parte da atuação do movimento
Além das jornadas de desenvolvimento pessoal, os Legendários também desenvolvem projetos sociais em diferentes países.
Entre as iniciativas está o projeto Águafrica, responsável pela construção de poços artesianos em comunidades de Angola e Guiné-Bissau, ampliando o acesso à água potável.
No Brasil, integrantes do movimento participam de ações voltadas à saúde emocional em parceria com o psiquiatra e escritor Augusto Cury, contribuindo para a divulgação do aplicativo gratuito Touch Peace, criado para oferecer acolhimento e orientação a pessoas que enfrentam desafios emocionais.
Em 2026, voluntários ligados ao movimento também participaram de ações de ajuda humanitária em municípios atingidos pelas enchentes em Minas Gerais, colaborando na distribuição de alimentos, produtos de higiene e outros donativos para famílias afetadas.


Mais um serviço de inutilidade pública.
Um monte de Redpil, sem nada para fazer, prestando um desfavor a sociedade.