Destaques

Que País é Este? Juíza nega prisão de homem que confessou morte de Sarah, em Ubatuba!

Juíza nega prisão de homem que confessou a morte da jovem Sarah em Ubatuba, revoltando familiares, sociedade e entidades de defesa das mulheres

Homem é preso suspeito de matar jovem de 20 anos em Ubatuba

“Que país é este” já cantava Renato Russo em 1987: Assassino confesso deixou a Delegacia pela porta da frente / Foto: reprodução arquivo pessoal

Bomba em Ubatuba! Uma decisão judicial surpreende e gera indignação aos moradores do litoral e de todo o estado de São Paulo. Apesar da confissão, a juíza responsável pelo caso nega a prisão do suspeito de 24 anos que admitiu ter matado Sarah Picolotto dos Santos Grego, de 20 anos, e indicado à Polícia Civil o local onde havia escondido o corpo.


O crime, que já havia chocado a cidade pelo caráter brutal, ganhou contornos ainda mais revoltantes quando o homem deixou a delegacia pela porta da frente, no mesmo dia em que confessou o homicídio. A decisão gerou perplexidade entre familiares, movimentos sociais e cidadãos comuns.

Continua depois da publicidade

De acordo com a Polícia Civil, Sarah desapareceu no dia 9 de agosto, após sair de uma festa em Ubatuba acompanhada do suspeito. Após dias de buscas, o corpo foi localizado em uma área de mata no bairro Rio Escuro. Durante depoimento, o homem confessou ter enforcado a jovem durante uma discussão, sob efeito de álcool e drogas, e depois abandonado o corpo.

O delegado responsável solicitou a prisão temporária, com parecer favorável do Ministério Público, mas a juíza de plantão nega prisão e determinou a liberdade do acusado. Até o momento, o Tribunal de Justiça de São Paulo não divulgou os fundamentos da decisão. O Ministério Público informou que vai recorrer neste sábado (16).

Repercussão e indignação

A decisão foi recebida com indignação pela família da vítima. O pai de Sarah, pastor em Jundiaí, expressou revolta em suas redes sociais: “Que absurdo. O cara confessou o crime e saiu pela porta da frente. Não dá para acreditar em uma coisa dessas”.

Entidades de defesa dos direitos das mulheres também repudiaram a decisão. O Instituto Todas Por Uma publicou nota oficial afirmando que a liberação do suspeito “não apenas representa um retrocesso, mas um grave sinal de negligência com a vida das mulheres”. A instituição lembrou ainda que há registros em vídeo que apontam possível violência sexual coletiva contra Sarah, fato que continua sob investigação.

Nas redes sociais, moradores e ativistas manifestaram indignação: “Onde está a justiça desse país?”, questionou Aline Sotano Lança. Outro comentário destacou: “Liberado pela justiça do homem, mas da justiça de Deus ele não escapa”.

O caso Sarah

Sarah Picolotto, filha de pastor, saiu de Jundiaí para passar o fim de semana em Ubatuba com amigos. Desapareceu no dia 9 e foi encontrada sem vida no dia 15, após intensa investigação da Polícia Civil. O corpo foi encaminhado ao IML para exames necroscópicos que devem confirmar a causa da morte e eventuais outros crimes.

Enquanto a família aguarda a liberação do corpo para o velório, a comunidade clama por justiça. O caso, que começou como desaparecimento, já foi reclassificado como homicídio qualificado por motivo fútil e pode ter novos desdobramentos conforme as investigações avancem.

Redação

Redação

Jornalista dedicado a levar a melhor informação e as principais notícias do dia para você.

4 respostas para “Que País é Este? Juíza nega prisão de homem que confessou morte de Sarah, em Ubatuba!”

  1. Daniel disse:

    Tem que divulgar o nome dessa Juíza e incriminar ela por cúmplice em absolver diante de confissão, se foi confissão significa que sabia que estava fazendo,mesmo se ingeriu bebida! Retardada essa ordinária que se diz juíza!

  2. Didimo Marcon disse:

    Somente a justiça de Deus é perfeita. A “justiça” dos homens é corruptível.

  3. Pronto falei! disse:

    Sou a favor de colocar o nome da Juíza. Ela é pior que o bandido.
    Agora a pergunta: e se fosse a filha dela, será que teria o mesmo parecer dessa incompetente

  4. Silvia Alves disse:

    Um absurdo, uma vergonha.
    Como será que essa juíza vai deitar a cabeça em um Travesseiro depois de ter cometido tamanha injustiça.
    A justiça de Deus chegará com certeza.
    Mas ele aqui na terra não pode ficar impune.
    Acorda Brasil….

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail e telefone não serão publicados. Todos campos são obrigatórios*