Patrulha Maria da Penha completa sete anos em São José dos Campos com 2.710 atendimentos, 111 prisões e acompanhamento de 149 mulheres.

A Patrulha Maria da Penha completa sete anos de atuação em São José dos Campos com 2.710 ocorrências atendidas desde junho de 2019. No período, 111 agressores foram presos por descumprimento de medidas protetivas e, atualmente, 149 mulheres são acompanhadas pelo programa.
Criada para reforçar a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica amparadas por medidas protetivas da Justiça, a Patrulha Maria da Penha se consolidou como uma das principais iniciativas de segurança pública voltadas ao enfrentamento desse tipo de violência em São José dos Campos.
Desde o início das atividades, em junho de 2019, o grupamento especializado da Guarda Civil Municipal (GCM) realizou 2.710 atendimentos e efetuou a prisão de 111 agressores que desrespeitaram determinações judiciais.
Atualmente, 149 mulheres com medidas protetivas expedidas pela Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher recebem acompanhamento permanente da equipe.
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Como funciona a Patrulha Maria da Penha
As equipes realizam visitas periódicas às vítimas para verificar o cumprimento das medidas protetivas e fazem patrulhamento preventivo nos locais frequentados pelas mulheres atendidas.
Para preservar a segurança e a identidade das vítimas, as viaturas utilizadas não possuem identificação específica do programa. Além disso, o atendimento conta com guardas femininas, proporcionando um ambiente mais acolhedor durante as visitas.
Tecnologia reforça atendimento
Como parte das ações de proteção, a Prefeitura disponibiliza dispositivos de emergência para mulheres cadastradas no programa. Ao serem acionados, os equipamentos enviam um alerta imediato ao Centro de Segurança e Inteligência (CSI), que mobiliza rapidamente uma equipe da Guarda Civil Municipal para prestar atendimento.
O programa é desenvolvido em parceria com a Vara de Violência Doméstica e Familiar de São José dos Campos, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), as Secretarias de Saúde e de Apoio ao Cidadão, além do Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio de convênio firmado pela administração municipal.
Como é feito o atendimento
O monitoramento ocorre diariamente. A Vara de Violência Doméstica informa à GCM os locais que necessitam de patrulhamento, permitindo que as equipes realizem ações preventivas todos os dias.
As mulheres cadastradas recebem um botão de emergência conectado ao CSI, que pode ser acionado sempre que houver situação de risco. A resposta da Patrulha Maria da Penha é imediata.
Já mulheres que não participam do programa e estejam em situação de violência podem solicitar ajuda pelos telefones 153, da Guarda Civil Municipal, ou 190, da Polícia Militar.

