Justiça italiana aceita extradição de Zambelli após decisão em Roma; caso ainda cabe recurso

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Justiça italiana aceita extradição de Zambelli; decisão ainda permite recurso antes de aval final do governo italiano

PGR pede ao STF prisão de Carla Zambelli após parlamentar deixar o Brasil
Foto ilustrativa

A justiça italiana aceitou a extradição de Carla Zambelli, segundo decisão da Corte de Apelação da Itália confirmada pela Embaixada do Brasil em Roma. Mas, o processo ainda permite recurso antes da palavra final do governo italiano.


Após a análise de eventuais recursos, caberá ao governo da Itália decidir se autoriza ou não a extradição definitiva da ex-parlamentar para o Brasil.

Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio de 2025, a dez anos de prisão e à perda do mandato. A condenação se refere à invasão do sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrida em janeiro de 2023.

De acordo com as investigações, o ataque cibernético resultou na inserção de um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. O hacker Walter Delgatti confessou ter executado a ação a mando da então deputada.

Prisão na Itália e pedidos negados

Após a condenação, Zambelli deixou o Brasil em junho de 2025 e permaneceu foragida por cerca de dois meses. Ela foi localizada e presa na Itália no fim de julho, em uma operação conjunta com a Polícia Federal, baseada em alerta vermelho da Interpol.

Com dupla cidadania, a ex-deputada tentou evitar o cumprimento da pena no Brasil. Desde então, está detida na penitenciária feminina de Rebibbia, nos arredores de Roma.

A defesa solicitou prisão domiciliar ou liberdade condicional, alegando problemas de saúde e falta de atendimento adequado. Mas, todos os pedidos foram rejeitados pela Justiça italiana.

Nova condenação no Brasil

Além da condenação relacionada ao ataque ao CNJ, Zambelli também foi sentenciada em outro processo no STF. Nesse caso, a pena foi de cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.

O episódio ocorreu em 2022, quando a ex-deputada perseguiu um jornalista nas ruas de São Paulo às vésperas do segundo turno das eleições.

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Imagens profissionais em parceria com o site Depositphotos.

Primeira Resposta

  1. Que esta canalha FDP da direita, neofascista e sociopata se cague toda quando pôr os pés em Territorium Brasiliensis ou Terra Brasilis.

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