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Justiça decreta prisão preventiva de terceiro suspeito de matar jovem advogado em Taubaté

Justiça decreta prisão preventiva de terceiro suspeito no caso do assassinato do advogado Leonardo Bonafé, ocorrido em agosto do ano passado em Taubaté

OAB condena homicídio do jovem advogado Leonardo Bonafé

Advogado Leonardo Bonafé foi assassinado a tiros em agosto de 2024 / Foto: reprodução Meon

A Justiça de Taubaté decretou a prisão preventiva de um suspeito em Taubaté investigado pela morte do advogado Leonardo Bonafé, assassinado a tiros em agosto do ano passado na região do Parque Três Marias.


O réu é Cristiano Teodoro Ribeiro, de 42 anos, conhecido como “Crisinho”. Ele estava preso temporariamente desde julho deste ano e, nesta quinta-feira (24), teve a prisão convertida para preventiva. A Justiça acolheu o pedido da Polícia Civil e do Ministério Público, que apontam indícios de sua participação no crime.

De acordo com a investigação, Cristiano é suspeito de ter recebido o carro usado na execução do advogado, um Jeep Renegade. Esse veículo teria sido fornecido por Carlos Ramon da Silva Gonçalves e Marcelo Henrique Carvalho Coppi, que foram absolvidos em júri popular no último dia 19.

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O Ministério Público narrou que Carlos Ramon, conhecido como “Baixinho”, indicou informalmente que o veículo teria sido entregue a “Crisinho”. A partir dessa informação, a polícia identificou Ribeiro como possível terceiro envolvido na empreitada criminosa.

Segundo a promotoria, o investigado chegou a evitar locais que frequentava após tomar conhecimento das apurações, o que reforçou o risco de fuga e motivou a decretação da prisão preventiva. A Justiça, ao acatar o pedido, destacou haver “indícios da possível participação do indiciado no crime de homicídio praticado contra Leonardo Guimarães Bonafé Ferreira”.

Cristiano Teodoro Ribeiro nega participação e a defesa ainda não se manifestou sobre a decisão.

O crime

Leonardo Bonafé tinha 25 anos e era filho do advogado Flávio Bonafé, ex-candidato a prefeito de São Luiz do Paraitinga. Ele foi atingido por pelo menos seis disparos quando chegava ao trabalho, em 28 de agosto do ano passado, e morreu no local.

O caso segue em investigação pela Polícia Civil, que busca esclarecer a autoria e a motivação do crime.

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