Acusados pela morte de jovem advogado em Taubaté, em 2024, são absolvidos em júri popular

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Acusados pela morte de advogado em Taubaté são absolvidos em júri popular após dois dias de julgamento. Família pede novas investigações

OAB condena homicídio do jovem advogado Leonardo Bonafé
Jovem advogado Leonardo Bonafé foi assassinado foi assassinado no dia 28 de agosto de 2024/ Foto: reprodução Meon

Os acusados pela morte de advogado Leonardo Bonafé, executado em Taubaté em agosto de 2024, foram absolvidos em júri popular após dois dias de julgamento. O caso, que mobilizou grande atenção da região, teve desfecho na noite de sexta-feira (19), quando os sete jurados – três homens e quatro mulheres – decidiram pela inocência dos réus Carlos Ramon da Silva Gonçalves e Marcelo Henrique Carvalho Coppi.


Segundo a denúncia do Ministério Público, os dois não teriam sido os executores do crime, mas participaram fornecendo e preparando o veículo usado na emboscada contra o advogado. Mas, a defesa alegou e conseguiu convencer o júri de que não havia provas suficientes da participação dos acusados.

Em nota, os advogados de defesa afirmaram: “Desde o início, sempre acreditamos na inocência de ambos, que em todo o processo colaboraram com a Justiça para a completa elucidação do caso.” Carlos Ramon já está em liberdade, enquanto Marcelo permanece preso por outro crime, de receptação, em Pindamonhangaba.

Durante as sessões, familiares da vítima cobraram que os depoimentos dos réus possam ajudar a apontar os verdadeiros executores. “Nomes foram citados e agora a polícia tem mais elementos para chegar no executor ou mandante”, disse Flávio Bonafé, pai de Leonardo, que acompanhou o júri.

O caso

Leonardo Bonafé, de 25 anos, advogado criminalista e filho do então candidato a prefeito de São Luiz do Paraitinga, Flávio Bonafé (MDB), foi assassinado no dia 28 de agosto de 2024. O crime ocorreu por volta das 10h, quando a vítima chegava de carro ao trabalho, no Parque Três Marias, em Taubaté. Ele foi atingido por pelo menos seis disparos e morreu no local.

O veículo usado na execução, um Jeep Renegade preto clonado, foi encontrado horas depois incendiado na Estrada do Sete Voltas, na zona rural da cidade. A Polícia Civil considerou o carro peça central nas investigações.

Marcelo e Carlos chegaram a ser presos meses após o crime, sob acusação de participação no homicídio qualificado, com recurso que dificultou a defesa da vítima. Mas, após o julgamento foram absolvidos da acusação.

Repercussão

O caso continua em aberto quanto à autoria intelectual e execução do homicídio. A família de Leonardo afirma esperar que novas investigações possam revelar os responsáveis diretos pela morte do advogado, descrito por amigos e colegas como um jovem promissor que teve a carreira interrompida de forma brutal.

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