Joseense Francini está entre as vítimas da tragédia na MG-223, que deixou 11 mortos e dezenas de feridos em grave acidente com ônibus

Joseense de 42 anos é uma das vítimas da tragédia no Triângulo Mineiro / Foto: reprodução Grupo Ocorrências 24h
Uma tragédia na MG-223 abalou o país e deixou 11 mortos na madrugada de terça-feira (8), em um trecho da rodovia entre Araguari e Tupaciguara, no Triângulo Mineiro. Entre as vítimas está a joseense Francini Batista Rodrigues Marcondes, de 42 anos, técnica em segurança do trabalho, que retornava de uma viagem profissional em Goiás com destino a São José dos Campos, onde morava com o filho e a mãe, no bairro Parque Dom Pedro, na zona sul da cidade.
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Francini viajava a bordo de um ônibus da empresa Real Expresso, que saiu de Anápolis (GO) às 20h30 da segunda-feira (7), com chegada prevista em São Paulo. Por volta das 3h40, em circunstâncias ainda investigadas, o motorista perdeu o controle da direção, e o veículo capotou violentamente.
O cenário do acidente foi descrito como devastador pelas equipes de resgate. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), muitos passageiros foram arremessados para fora do ônibus, sugerindo que não usavam cinto de segurança. Algumas vítimas apresentavam fraturas graves, amputações e ferimentos extremos. O motorista saiu ileso.
Das 11 mortes confirmadas, sete vítimas já foram identificadas: duas crianças de apenas 2 e 6 anos, que ficaram presas às ferragens, três homens entre 40 e 69 anos e três mulheres com idades entre 53 e 62 anos. Uma mulher que estava em estado crítico no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) também faleceu, mas ainda não teve o nome divulgado.
A Secretaria de Saúde de Araguari confirmou que as duas crianças falecidas eram irmãs de um bebê de seis meses, que segue internado. A mãe das crianças, que sofreu fratura na clavícula, também continua hospitalizada. A família é natural de Trindade-GO, e havia embarcado junto no ônibus acidentado.
Ao todo, a tragédia na MG-223 deixou, além das 11 vítimas fatais, 18 passageiros feridos encaminhados a hospitais da região e outros 18 com ferimentos leves que recusaram atendimento hospitalar.
O corpo da joseense Francini permaneceu em Araguari até a tarde da quarta-feira (9). O atestado de óbito foi concluído e a liberação do corpo estava prevista para ocorrer entre a madrugada e a manhã desta quinta-feira (10). A Life se solidariza com família e amigos neste momento de profunda dor.
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Uma excelente pessoa, amiga, sempre conversava comigo, estou muito triste, não tenho palavras. Meus sinceros sentimentos e pêsames a família.
E tudo indica foi por excesso de velocidade, ou seja, imprudência desse motorista irresponsável que deveria responder por essas vidas que se foram e pelos que estão feridos e ficarão com sequelas.
Ao andar de ônibus é importante usar o cinto de segurança. Não vejo em nenhuma reportagem reforçar este ponto.
Apesar de não ser o cinto ideal, pois é abdominal, ao ficar sentado não deixe de usar o cinto que é obrigatório até o final.
Raramente é fiscalizado pelo motorista e mesmo assim, após o início da viagem é aberto por alguns passageiros.
Se num acidente como este, em que há tombamento e capotagem, você pode ser jogado pra fora do ônibus devido as grandes janelas e rodopiar dentro do veículo batendo várias partes do corpo nos bancos, em outras pessoas, no teto, .. e isso aumenta muito os politraumas e probabilidade de morte.
Claro que depende da cinética do acidente ou cinemática do trauma.
Claro que me referi aos ônibus interestaduais e alguns intermunicipais.
Foi uma grande perda para a família amigos e comunidade, Francini sera lembrada por quem a conheceu como uma pessoa alegre,participativa na comunidade Dom Pedro ll e eu como tia dela estou desolada como toda a nossa família,