Obra de drenagem no Jardim Imperial recebe investimento de R$ 9,4 milhões do Governo do Estado e da prefeitura para recuperação da rede pluvial e prevenção de novos afundamentos

Obra de drenagem no Jardim Imperial recebe R$ 9,4 milhões/ Foto: Life Informa
A prefeitura de São José dos Campos assinou nesta sexta-feira (19) um convênio com o Governo do Estado de São Paulo para viabilizar a continuidade das obras de recuperação da rede de drenagem da rua Felisbina de Souza Machado, no Jardim Imperial, região sul da cidade. O investimento total previsto é de R$ 9,4 milhões.
Segundo a administração municipal, a intervenção foi necessária após o rompimento de uma galeria subterrânea que provocou erosões e afundamentos no local entre janeiro e fevereiro deste ano. O problema mobilizou equipes da Defesa Civil, da Secretaria de Obras e de empresas contratadas para ações emergenciais de contenção.
Durante a assinatura do convênio, o prefeito Anderson Farias afirmou que a parceria com o Governo do Estado permitirá a execução de uma solução definitiva para a infraestrutura da via. “O Governo do Estado de São Paulo já se prontificou no mesmo dia”, declarou o prefeito.

Obra de drenagem no Jardim Imperial recebe R$ 9,4 milhões/ Foto: Life Informa
A obra contempla a substituição da antiga galeria de águas pluviais, instalada a uma profundidade que varia entre 13 e 16 metros. A região concentra grande volume de escoamento de água de bairros da zona sul, como Jardim Imperial e Jardim Colonial, tornando a intervenção estratégica para evitar novos problemas estruturais.
Conforme informado pela prefeitura, parte dos recursos estaduais será utilizada para custear as ações emergenciais já realizadas, incluindo contenções e estabilização do terreno. O restante será destinado à execução da nova estrutura de drenagem.
A obra de drenagem está sendo executada por meio de um método não destrutivo de engenharia. A técnica reduz a necessidade de abertura de grandes valas ao longo da rua, diminuindo impactos na circulação de moradores e no trânsito da região. “A gente não tem que abrir a rua inteira. Então, é um método não destrutivo, é um método de engenharia muito mais moderno”, explicou Anderson.
Atualmente, apenas um imóvel permanece desocupado por questões operacionais. Os demais moradores já retornaram às residências e o local segue sendo monitorado diariamente por equipes técnicas da prefeitura e da Defesa Civil, afirmou a administração municipal.
O vice-governador Felicio Ramuth afirmou que o Estado garantiu o repasse dos recursos necessários para complementar o investimento previsto até a conclusão da intervenção. Segundo ele, a participação estadual representa cerca de 88% do valor total da obra.
A expectativa da prefeitura é concluir a obra entre setembro e outubro deste ano. O cronograma foi definido para que os trabalhos sejam finalizados antes do período de chuvas mais intensas, reduzindo riscos para moradores e para a infraestrutura da região.
Uma questão que vem chamando a atenção dos moradores é o fato das pedras que são colocadas na erosão cederem, o prefeito afirmou e tranquilizou que isso é normal.” Ali toda hora existe uma certa acomodação de solo por causa da chuva. Quando chove, a água infiltra e faz acomodação de solo, mas isso é acompanhado a todo momento, até para que a gente possa garantir a segurança de todos os moradores”, destacou.
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