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Furto em farmácia em São José termina com prisão em flagrante

Furto em farmácia no centro de São José dos Campos termina em prisão. Suspeito foi detido com produtos roubados e resistiu à abordagem

Furto em farmácia em São José termina com prisão em flagrante

Um caso de furto em farmácia mobilizou policiais militares na região central de São José dos Campos na noite desta segunda-feira(2), por volta das 23h20. O crime ocorreu numa farmácia, localizada na avenida Doutor Ademar de Barros, na Vila Adyana, durante o fechamento do estabelecimento. O criminoso foi flagrado com oito frascos de creme capilar avaliados em R$ 383,20.


Funcionários da farmácia alertaram a Polícia Militar, descrevendo as características do indivíduo. Ele foi localizado na rua Santa Clara, tentando se desfazer de parte dos produtos roubados. Durante a abordagem, o criminoso resistiu, entrando em luta corporal com os agentes, que sofreram lesões leves. Além disso, ele danificou a viatura policial no trajeto até a delegacia.

As imagens do circuito interno de segurança da farmácia confirmaram a ação criminosa. O homem confessou o furto dos cosméticos, mas negou os outros delitos, incluindo resistência e dano ao patrimônio público. A mercadoria foi devolvida à farmácia, e um pedido de prisão preventiva foi solicitado pela autoridade policial.

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O criminoso tem extenso histórico criminal que inclui 6 prisões por furto, 4 prisões por roubo e outros delitos, um criminoso reincidente detido várias vezes pela Polícia Militar.

3 respostas para “Furto em farmácia em São José termina com prisão em flagrante”

  1. Rodolfo disse:

    Deveria sair uma reportagem no fantástico criticando e questionando o judiciário do pq que esse homem não permanece preso mesmo com tantas reincidências no mesmo crime. Ah esqueci, a globo só faz reportagem no fantástico quando é pra destruir a reputação de quem é de direita nesse país.

  2. Otoniel disse:

    Mais um noia importado de São Paulo para SJC pelo governador de SP?

  3. Comissionado Consciente disse:

    Pena que o judiciário não prescreva o remédio necessário. Vai receber apenas uma dose de tranquilizante. Depois, vida que segue.

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