Litoral Norte

Caso Sarah: Justiça decreta prisão temporária do assassino!

Justiça acata recurso do MP e decreta prisão temporária do suspeito de matar a turista Sarah Picolotto em Ubatuba; homem está foragido

Homem é preso suspeito de matar jovem de 20 anos em Ubatuba

Sarah: vida interrompida aos 20 anos, durante viagem a Ubatuba / Foto: reprodução arquivo pessoal

Novidade no caso Sarah, que chocou o Estado de São Paulo! Desta vez a Justiça decretou – nesta terça-feira (19) – a prisão temporária de Alessandro Neves dos Santos, de 24 anos, réu confesso de assassinar a jovem turista Sarah Picolotto dos Santos Grego, de 20 anos. A decisão da 2ª Vara de Ubatuba atendeu a um recurso do Ministério Público de São Paulo. O homem está foragido.


Sarah, que morava em Jundiaí , estava desaparecida desde 9 de agosto. Seu corpo foi encontrado no dia 15 em uma área de mata próxima à cachoeira do bairro Rio Escuro. Segundo a Polícia Civil, Alessandro chegou a ser preso no dia em que o corpo foi localizado e teria confessado o crime, mas foi liberado em seguida.

Agora, com a prisão temporária decretada pelo prazo de 30 dias, a Justiça reforça a gravidade das acusações. O documento aponta que a vítima foi agredida por enforcamento, arrastada até a região de mata e ocultada sob folhas e vegetação.

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O corpo da jovem passou por exames necroscópico, toxicológico e sexológico, que devem confirmar a causa da morte. Devido ao estado avançado de decomposição, não houve velório, e Sarah foi sepultada no domingo (17).

O caso segue em investigação pela Polícia Civil. A população é orientada a colaborar com informações que possam levar à captura do suspeito.

2 respostas para “Caso Sarah: Justiça decreta prisão temporária do assassino!”

  1. Pronto falei! disse:

    Parabéns para a justiça no país que primeiro deixa um bandido ser solto e depois manda prender!
    Faz o L

  2. J Medeiros disse:

    Se tinha a confissão do criminoso porque o deixaram livre? Ingenuidade pensar que ele não iria fugir….mas tudo bem, nossos impostos são para isso, ficar brincando de fazer justiça.

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