Greve da Urbam segue em São José dos Campos após trabalhadores rejeitarem proposta de suspensão durante assembleia

Greve da Urbam continua após assembleia em São José dos Campos
A greve da Urbam foi mantida pelos trabalhadores de São José dos Campos na manhã desta quarta-feira (24), após assembleia da categoria decidir pela continuidade da paralisação. A decisão ocorreu um dia após audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15) terminar sem acordo entre as partes. A paralisação foi iniciada no último dia 10 de junho.
Durante a reunião no tribunal, o sindicato havia se comprometido a levar aos trabalhadores uma proposta para suspender temporariamente a greve até o julgamento do dissídio coletivo, mas após a votação em assembleia, os servidores optaram por manter o movimento.
Entre as principais reivindicações dos funcionários estão o reajuste do vale-refeição de R$ 27 para R$ 33, a implantação de assistência médica sem coparticipação para trabalhadores com salários de até R$ 5 mil e questões relacionadas ao pagamento de adicionais trabalhistas.
O impasse entre a categoria e a Urbam não é recente. Neste ano de 2026, os trabalhadores já haviam realizado outra paralisação motivada pelas negociações envolvendo salários e benefícios.
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Com a manutenção da greve, a expectativa agora é pela análise do caso pelo colegiado do TRT-15, que deverá julgar o dissídio coletivo. Até o momento, não há data definida para o julgamento.
Urbam se manifesta
Em nota, a Urbam lamentou a decisão do sindicato de manter a paralisação. A empresa afirmou que, durante as negociações, acolheu 73% das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores, mas que ainda assim não houve acordo entre as partes.
Segundo a Urbanizadora Municipal, foram realizadas tentativas de diálogo com representantes sindicais na sede da empresa, mas as propostas apresentadas foram rejeitadas pelo SEAAC. A Urbam destacou que as ofertas formuladas consideram a atual realidade financeira da instituição.
A empresa também informou que as mobilizações sindicais têm registrado baixa adesão. De acordo com a nota, cerca de 200 colaboradores participam dos atos, em um universo superior a 4.100 funcionários.
Ainda conforme a Urbam, todos os serviços essenciais seguem funcionando normalmente, garantindo o atendimento à população durante o período de paralisação.


Não é acordo a urbam não faz acordo nenhum ela quer simplesmente ficar do jeito q esta..
Funcionários com menos d 1 ano d casa já recebem o insalubre q é 640 a mais q os funcionários antigos..
Destacando tbm a questão do desconto do vale Alimentação q dos funcionários com mais de 10 anos d casa são descontados 69, 00 $ quanto do funcionários com menos d 10 anos d casa são descontos d 12.00$$ os funcionários qren justiça só isso minha gente
Eu acho que funcionários públicos deveriam ser proibidos de fazer greve.