Megaoperação contra falsificação de remédios prende suspeitos em prédio no Jardim Aquarius

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Falsificação de remédios: operação prende suspeitos em prédios de luxo em São José dos Campos e Jacareí.

Megaoperação contra falsificação de remédios prende suspeitos em prédio no Jardim Aquarius
Foto Jesse Nascimento / Vale 360 News

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (5), uma megaoperação contra a falsificação de remédios e o tráfico ilegal de anabolizantes, com alvos presos em edifícios de alto padrão em São José dos Campos e também em Jacareí. A ofensiva faz parte da “Operação Dead Shark”, que busca desarticular a quadrilha autodenominada “Red Shark”, responsável pela produção clandestina de anabolizantes e emagrecedores.


Um dos principais alvos foi detido em um apartamento no Jardim Aquarius, zona oeste de São José. Outro homem foi preso na Vila Adyana, em um condomínio de luxo, e sua esposa também foi levada para averiguação. As prisões foram conduzidas por equipes locais sob o comando do delegado Reinaldo Checa, titular do 1º Distrito Policial da cidade.

A operação mobilizou dez equipes só em São José, sendo sete locais e três da 1ª Central Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Cerco). Ao todo, 255 equipes da Polícia Civil atuaram em 12 estados, com 85 mandados de busca e apreensão e 57 ordens judiciais apenas no estado de São Paulo.

Segundo a investigação, que teve início há cerca de um ano, a quadrilha operava como uma empresa ilegal, com laboratórios clandestinos, logística própria, marketing e até linha de vestuário com a marca “Red Shark”. Estima-se que o grupo tenha movimentado cerca de R$ 25 milhões nos últimos cinco anos.

Os medicamentos falsificados eram vendidos sem receita médica, por meio de redes sociais e sites especializados, em desacordo com as normas da Anvisa. Entre os materiais apreendidos, estão anabolizantes, insumos farmacêuticos, maquinário de produção, rótulos e roupas com a marca da quadrilha.

Além de São José dos Campos e Jacareí, a operação teve mandados cumpridos em cidades como São Paulo, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Campinas, Jundiaí, Louveira, entre outras. Fora do estado, as ações ocorreram no Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas, Paraná, Espírito Santo, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

A investigação segue em andamento, e os presos permanecem à disposição da Justiça. As apreensões serão periciadas para confirmar a origem e a composição dos produtos, reforçando o combate à falsificação de remédios e ao risco à saúde pública.

Fonte Vale 360 News

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Imagens profissionais em parceria com o site Depositphotos.

3 Respostas

  1. parabens , ate que enfim foram prender gente em bairro de rico,, ali que o povo mais rouba,,, favela so tem coitado peixe pequeno

  2. Agora quem compra remédios sem receita, fora das normas, por redes sociais e “amigos”, realmente não tem a menor dúvida se o preço mais baixo e a clandestinidade não significam que o produto é falso, roubado, ruim, ilícito??
    Ué, se os criminosos fazem essa operação é porque tem quem compra, sem demanda não teria oferta, mas é a terra dos espertos, como dizia aquela velha propaganda “importante é levar vantagem”, mesmo que lhes custe a integridade física ou seja só prejuízo com economia burra, tipo golpe do vigário, taí, cai quem tem ganância.

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