Homem morre após ser espancado no Morro do Algodão, em Caraguatatuba. Polícia Civil investiga autoria e motivação do homicídio

Foto ilustrativa: Baía de Caraguatatuba / reprodução Youtube
Caraguatatuba segue violenta! Um homem ainda não identificado morreu após ser espancado em uma rua do bairro Morro do Algodão na manhã desta quinta-feira (7). A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos durante o deslocamento até a unidade de saúde.
De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados para atender uma denúncia de agressão no bairro. Quando chegaram ao local, foram informados de que a vítima já havia sido levada ao hospital pelas equipes de resgate.
No hospital, os médicos constataram que o homem chegou sem vida. Segundo a Polícia Civil, ele não portava documentos e ainda não havia sido identificado até o momento do registro da ocorrência.
Profissionais da saúde e policiais relataram que a vítima apresentava múltiplas lesões graves na região da cabeça. A suspeita é de que os ferimentos tenham sido causados por agressões físicas violentas, incluindo pedradas e espancamento.
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O homem foi descrito como pardo, magro, com aproximadamente 1,80 metro de altura e cabelo crespo curto. O caso é investigado pela Polícia Civil, que instaurou inquérito para apurar autoria e motivação do crime. Até o momento, nenhuma testemunha foi localizada.
Os investigadores também buscam imagens de câmeras de segurança que possam ajudar na identificação dos envolvidos e esclarecer a dinâmica da agressão.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exame necroscópico. O laudo deverá apontar oficialmente a causa da morte e auxiliar nas investigações.




Caraguatatuba é uma três cidades mais violentas da região, Vale e litoral norte.
Caiçaras estão muito agressivos e nada receptivos.
Qualquer motivo besta é motivo para treta.
Uma situação foi uma mulher caiçara bronzeada, entre uns 25 a 35 anos, de bicicleta na calçada da orla do centro, ao lado da ciclovia em que ambas são largas, que ao chegar na ponte do camaroeiro, em que a passagem de pedestre é estreita, ela não desceu da calçada para a ciclovia bem ao lado e quase atropelou-me. E ao avisá-la da ciclovia, adivinha só. Xingamentos.
População brasileira está num nível de irritabilidade intensa e ausência de total de qualquer empatia e gentileza.
Qualquer motivo besta é motivo para treta. Não há diálogo consensual, pedido de desculpas e reconhecimento dos próprios erros.
E muito deste comportamentos hostis e intolerantes são graças às influências de diversos conteúdos vizualizados, compartilhados de agressividade, sadismo e de falsas expectativas levando a insatisfação, frustração e introspecção doentia. Expostos automaticamente à algoritmos massivamente nas redes sociais e ao que parece começou a piorar durante a época da pandemia, com demonstrações públicas e virtuais de desobediência civil e moral com atos de ignorar regras sociais e normas legais, sem filtro para um respeito de convivência coletiva civilizada e sem a capacidade de discernimento do certo e do errado, sem nenhuma análise para as consequências de atos impulsivos.
Aflorando cada vez mais uma maldade de gente ruim e viralizando esta nova e “aceitável” cultura neurocomportamental.
Total ação racional e pré meditada só que primitiva e selvagem, apenas um intenso estímulo para o ódio e dualidade por qualquer motivo e sem lógica e sem bom senso contra àqueles desconhecidos ou até, conhecidos.