Falta de Exercício: ruim para o corpo, péssimo para a saúde mental

Abertura de academias é essencial para o bem em comum

O isolamento social e fechamento das academias por conta da pandemia do coronavírus mexem com a vida não somente dos educadores físicos que precisam trabalhar, mas com a saúde mental e física das pessoas que ficam mais entristecidas, irritadas e depressivas com toda a situação. Especialistas alertam que quem não tinha este tipo de sintomas, começa a desenvolver.

O personal Eid Nogueira de São José dos Campos, com mais de 20 anos de experiência constatou as reações de alunos e conhecidos.

“Na primeira quinzena de isolamento, as pessoas encararam numa boa ficar em casa e se sentiram motivadas a manter a atividade física em casa. À medida que o tempo foi passando, desanimaram, passaram a não ter rotina e a atividade física caiu no esquecimento. Se ter motivação em dias normais para treino já é algo a se desenvolver, imagina, você o tempo todo dentro de casa, e sendo bombardeado de acontecimentos preocupantes como doença, morte, desemprego. Por estes motivos eu e outros profissionais de educação física defendemos que academia é um serviço essencial”, explicou Eid Nogueira.

A Covid – 19 agrava doenças paralelas, desenvolvendo uma geração de obesos com todas as complicações que o sedentarismo provoca e uma geração de depressivos e ansiosos.

Segundo especialista da saúde mental o inimigo é invisível e dispara o gatilho de tensão o tempo todo. Além da pandemia do coronavírus a pessoa se vê obrigada a enfrentar a pandemia de medo e estresse, num grande esforço mental.

Se por um lado ficar em casa ajuda a prevenir o coronavírus, por outro, prejudica hábitos simples, mas, que ajudam no equilíbrio como convivência social e a contemplação, como por exemplo, estar próximo de quem se gosta, olhar uma árvore, uma abelha na flor, coisas que aliviam a mente.

O sono já não é reparador, desânimo é recorrente, alimentação é inadequada, a irritação toma conta, a convivência no confinamento fica insuportável. As pessoas passam a ter contato com uma realidade que antes não as atingiam. Para as famílias que tiveram o ente querido em óbito, sofrem por não poderem se despedir e lidam com o luto de maneira mais pesada. E ainda tem nesta lista a preocupação exagerada e pensamentos que não saem da cabeça.

Diante destes sintomas fica evidente a necessidade da atividade física, a prática com orientação adequada é uma válvula de escape e um relaxamento para o corpo e mente, um benefício para a saúde.

O educador físico Eid Nogueira explica como a prática de exercícios favorece este quadro estressante.

Normalmente, durante o exercício físico, são liberados no organismo algumas substâncias, entre elas, a adrenalina, que é liberada em picos curtos para dar ao corpo a reserva necessária para aguentar as exigências que lhe serão cobradas, seja fazendo musculação, crossfit ou atividade aeróbica, correr, pedalar, nadar. A endorfina: hormônio produzido na glândula hipófise e que gera sensação de recompensa e bem-estar no organismo, tem uma potente ação analgésica, e ao ser liberada estimula a sensação de bem-estar, conforto, melhora o estado de humor e alegria.

O processo de produção e liberação da endorfina pela glândula hipófise acontece durante e depois de uma atividade física. Portanto a atividade física torna-se imprescindível na manutenção da saúde física e mental, diminuindo o estresse, socializando e melhorando a qualidade de vida e saúde.

Um exemplo dos efeitos benéficos do exercício físico aconteceu com o Milton de Oliveira, gestor administrativo. Ele relata que após iniciar os exercícios sentiu-se melhor fisicamente e mentalmente. – “Tudo melhorou, até o desempenho sexual, sem contar a autoestima que melhorou muito, o humo e as emoções. Nestes últimos três meses, além de melhorar mentalmente, emagrecei vinte quilos e melhorei condicionamento físico, percebo que tenho uma nova vida”, declarou Milton.

Quem também sentiu falta da atividade física e reações negativas no corpo e mentalmente foi o Rodolfo Figueiredo, encarregado da GM

“Com a parada nos treinamentos me senti cansado e recebi do meu médico péssimo resultados dos meus exames, com várias alterações nos exames, além do sobrepeso. Comecei a praticar exercícios periodicamente e abaixei o peso, melhorei meu condicionamento físico, meus exames entraram dentro da normalidade e minha vida mudou, estou muito feliz com os resultados”, comentou Figueiredo.

Quem tem recursos financeiro pode até ter em casa um personal trainer, mas esta não é a realidade da maioria da população, por isso a necessidade da abertura de academias e parques. A volta aos exercícios deve ser feita de maneira gradual e adequada, com orientação médica e do educador físico.

Serviços

Eid Nogueira – Personal Trainer e Mestre em Ciências Biológicas. (12) 99761-1445 / (12) 98828-6078-whatsaap.

[email protected]

http://eidnogueiraconsultoriaesportiva.blogspot.com.br

LIFE | cotidiano - Publicado 17:54 | - Redação

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Comentários:

One thought on “Falta de Exercício: ruim para o corpo, péssimo para a saúde mental

  1. Bruna disse:

    Certíssimo! O exercício físico é essencial para o corpo e mente.
    Continuei com minhas corridas, não perdi o ânimo nem o ritmo por causa da pandemia, mas sei que muitas pessoas desanimaram e largaram seus corpos.
    Ficar trancado, não se exercitar, não tomar sol, não vai cobrar da sua saúde agora, mas cobrará depois.
    A volta das academias já deveria ter ocorrido, equipamentos de musculação e um lugar para fazer outros tipos de treino com um profissional presente faz muita diferença.

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