Cotidiano

Briga por Wi-Fi termina com mulher esfaqueada pela irmã, com ajuda do cunhado

Mulher, de 48 anos, foi esfaqueada pela própria irmã, de 38, com ajuda do cunhado. Crime foi registrado como tentativa de homicídio em São José dos Campos!

Ocorrência

Uma discussão aparentemente banal sobre o uso do sinal de internet doméstico terminou de forma trágica na noite da última quarta-feira (31), em São José dos Campos. Segundo a Polícia Militar, uma mulher de 48 anos foi esfaqueada pela própria irmã, de 37 anos, após um desentendimento envolvendo o uso da rede Wi-Fi da casa onde viviam. O crime foi registrado como tentativa de homicídio.


De acordo com o boletim de ocorrência, o caso ocorreu em uma residência localizada na avenida Senador Teotônio Vilela, no bairro Monte Castelo, região central da cidade. A vítima relatou que, durante a discussão, houve agressões físicas, e que a irmã deixou o local, retornando minutos depois acompanhada do companheiro.

Conforme consta no registro policial, o homem teria imobilizado a vítima enquanto a autora desferia golpes de faca. A mulher sofreu ferimentos graves no ombro direito e no braço esquerdo, sendo socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital Municipal de São José dos Campos, onde permanece internada.

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Quando os policiais chegaram ao imóvel, o casal suspeito já havia fugido. A faca utilizada no ataque não foi localizada, mas três celulares foram apreendidos para análise. A investigação segue em andamento, e os dois envolvidos seguem foragidos até o momento da publicação desta matéria.

A violência dentro do próprio núcleo familiar chocou a vizinhança e trouxe à tona conflitos antigos entre as irmãs. Uma terceira irmã informou às autoridades que as duas tinham uma convivência conturbada, com brigas frequentes. Ainda segundo o boletim, a vítima já havia registrado uma queixa contra a agressora em 2019 por ameaça.

A Polícia Civil trata o caso como tentativa de homicídio e trabalha para localizar e prender os responsáveis. a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) acompanha o caso, que continua em apuração na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de São José dos Campos.

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