Sem a presença do prefeito, protestos marcam consulta pública sobre a ponte estaiada

Manifestantes expressam indignação com a condução do projeto para secretários e representante do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)

Foto: Life

Na manhã desta quarta-feira (6), no Paço Municipal, a prefeitura realizou uma audiência pública com o objetivo de discutir com a população o projeto do Arco da Inovação, ponte estaiada que será construída na rotatória do Colinas, zona oeste de São José. No encontro estiveram vereadores, como Walter Hayashy, Amélia Naomi e Calasans Camargo, representantes do Sindicato dos Químicos, moradores da região do Colinas, Esplanada, Vila Ema, Aquarius, secretários, manifestantes em geral e também Marcelo da Costa, especialista em tecnologia ambiental do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), responsável por financiar a obra da ponte. O prefeito Felicio Ramuth não compareceu ao local.

A audiência começou com o secretário de Mobilidade Urbana, Paulo Guimarães. Ele abordou aspectos da construção com explicações sobre a concepção da ponte. Guimarães defendeu com veemência que o projeto é positivo para a toda a população e que é realizado com fundamento em grandes estudos. Segundo Paulo, a ponte é extremamente necessária por conta do número de veículos que trafegam pela região por dia, cerca de 180 mil, números superiores, inclusive, aos da Dutra no trecho joseense.

Apesar de a todo momento manifestantes exibirem cartazes contra o projeto e colocarem em cheque o andamento da construção, afirmando ilegalidade, priorização do transporte individual e descaso ambiental, o secretário de obras afirmou que a ponte é incontestável. “Não há dúvidas de que a ponte estaiada é a melhor opção. Além de todos os benefícios, nenhum metro quadrado de propriedade foi tomado”, destacou José Turano Júnior.

Contestado pelos manifestantes por conta de o BID financiar uma construção já em andamento, Marcelo da Costa, especialista em tecnologia ambiental do banco, afirmou que apesar dos impactos negativos como supressão de árvores e cortes de água e luz, que, segundo ele, ocorrem em toda obra, a ponte estaiada é um projeto totalmente positivo para a população. O representante do banco se mostrou solícito às manifestações durante todo o evento, ouvindo e respondendo à população. Segundo Costa, “as queixas devem ser registradas primeiramente pela prefeitura”.

foto: Life

No final da reunião, manifestantes queixaram-se do pouco tempo para perguntas (2 minutos cada). Boa parte delas não foi respondida pelas autoridades, que ficaram de averiguar uma a uma para dar uma justificativa o mais breve possível aos protestantes. Veja na transmissão feita ao vivo pela Life.

LIFE | cotidiano - Publicado 14:26 | - Redação

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