São José dos Campos

Perturbação do sossego no Vila Ema é relatada por moradores em vias da região central de São José dos Campos

Moradores relatam perturbação do sossego no Vila Ema com som alto e aglomerações frequentes em ruas da região central.

Motociclistas com escapamentos adulterados causam perturbação no Vila Ema, em São José dos Campos

A perturbação do sossego no Vila Ema tem sido motivo de queixas recorrentes de moradores em São José dos Campos, especialmente nas imediações da rua José Pedro de Carvalho Filho e da avenida Heitor Villa-Lobos. Segundo relatos, a situação ocorre com maior frequência às quartas, sextas e sábados.


De acordo com os moradores, o problema envolve a realização de encontros nas vias públicas, com presença de veículos estacionados e equipamentos de som em volume elevado. Há ainda menção a formação de bailes improvisados em plena rua, o que impacta diretamente a rotina de quem vive na região.

Os relatos indicam que, durante a passagem de viaturas, o volume do som costuma ser reduzido momentaneamente. No entanto, após a saída das equipes, o barulho volta a níveis considerados altos por quem reside nas proximidades.

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Impacto na rotina dos moradores

Moradores apontam dificuldade para dormir e relatam incômodos frequentes relacionados à intensidade do som e à movimentação nas vias.

A legislação brasileira prevê que a emissão de ruídos em níveis que perturbem o sossego alheio pode configurar infração, estando sujeita a medidas administrativas e, em alguns casos, enquadramento penal.

A situação segue sendo acompanhada por moradores, que buscam soluções para reduzir os transtornos e garantir maior equilíbrio entre lazer e bem-estar coletivo.

Esrom Vellenich

Redação

Jornalista, publicitário e fundador da Life Informa. Atua na cobertura de notícias do Vale do Paraíba e Litoral Norte, com foco em jornalismo regional, comunicação digital e informação de interesse público.

10 respostas para “Perturbação do sossego no Vila Ema é relatada por moradores em vias da região central de São José dos Campos”

  1. Giovana disse:

    Na Cassiano Ricardo é a mesma coisa. Foram feitas inúmeras reclamações, nunca fizeram nada, nunca tem uma solução definitiva. Parece que quem reclama é que está errado.

  2. José Marcos disse:

    É sempre no mesmo lugar e a reclamação é também permanente , não entendo o porquê os órgãos públicos de segurança o já não faz policiamento ostensivo nos dias e horários para coibir está bagunça !!!

  3. Adalberto Gonçalves disse:

    Prefeitinho de merda.

  4. Gugu disse:

    Poderiam implantar radares de media, os quais fazem o cálculo da média de velocidade dos carros, além de implantar os radares de ruídos.
    Soluções existem, basta a prefeitura querer.
    No caso da Av 9 de Julho, basta ter um fiscal sentado em um ponto de ônibus para ele poder constatar as infrações. Principalmente durante a noite e madrugada, mas o mesmo ocorre nos finais de semana mesmo durante o dia. Hoje, domingo por volta das 14h30, eu presenciei uma moto em alta velocidade, reduzindo próximo ao radar e voltando a acelerar.

  5. VALDIR RODRIGUES disse:

    Não entendi, é notícia repetida????. Já vi isto antes a mesma notícia. NA VERDADE É QUE AS AUTORIDADES NÃO TEM RESPEITO E CONDIÇÕES DE ATUAREM RIGOROSAMENTE CONTRA ESSES DELINQUENTES.

  6. José Roberto Saraiva disse:

    São sabidas as regiões. Quase sempre nas mesmas regiões. E até hoje a população aguarda um plano de contingência desse problema da cidade. Seja da PM ou da GCM. Parecem não ter plano algum e não saber como agir. Só passam com ronda, galera dá uma maneirada, e tudo volta ao normal no pós-ronda. Desculpa, mas sou munícipe pagador de imposto. E Isso não é plano de chefe de guarda, de prefeito e de governador. Isso é enxugar gelo OU LAVAR AS MÃOS. E se vc liga para reclamar, eles ficam bravos no atendimento; parece que vc munícipe que incomoda os entes de segurança quando liga. Bizarro. Sem lei municipal forte e pesada. E sem plano tático resoluto – a segurança pública é paga para isso, pra dar resposta – a tendência é isso crescer e virar um monstro sem controle.

  7. Paulo disse:

    É um verdadeiro desrespeito com quem tem que trabalhar e que paga os impostos. Onde está a lei do silêncio? Será que se fizéssemos o mesmo barulho as 3 hs da manhã na frente da casa do prefeito ou das autoridades eles iriam gostar e achar “normal e legal” ??

  8. Carlos disse:

    É só determinar o fechamento de todos os estabelecimentos às 23h.

  9. Debate em foco disse:

    Como é a vida…muitos que hoje reclamam dos fluxos eram frequentadores da Luiz Jacinto (Number Two, Nena, Caipira, etc) e faziam da vida dos vizinhos um verdadeiro inferno, com a rua fechada por excesso de pessoas na rua, carros com som alto, bebidas e por aí vai. O mesmo ocorria em frente ao Amarelinho, Casarão, Barcelona e outros “points” da cidade. Então eu pergunto: ficamos velhos e intolerantes ou ainda não assumimos que o compoartamento do jovem de hoje é apenas um reflexo do nosso comportamento ontem? Quem diz que essa baderna é coisa de agora está mentindo, ou pelo menos escondendo seu próprio passado.

  10. Carlão disse:

    Esperar que o prefeitinho incompetente faça alguma coisa é o mesmo gritar no vácuo!

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