Furtos de hidrômetro aumentam no centro de São José, gerando prejuízos a comerciantes e clínicas na Vila Adyana e Jardim Maringá.
Mais um caso de furto de hidrômetro foi registrado na região central de São José dos Campos, reforçando a sensação de insegurança entre os comerciantes locais. Desta vez, o alvo foi uma loja de queijos na avenida Adhemar de Barros, no Jardim Maringá, na madrugada desta terça-feira (15). Segundo a proprietária, o criminoso agiu por volta das 2h, arrombou a grade de proteção do hidrômetro, quebrou os canos e fugiu com o equipamento, deixando mais prejuízos para o comércio da região.
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De acordo com relatos, não é o primeiro caso na rua. “Semanas atrás furtaram o hidrômetro de um vizinho nosso. No fim de semana, outra loja foi furtada. Está impraticável. Estamos conversando em um grupo de comerciantes para ver o que podemos fazer”, desabafa o comerciante, evidenciando o clima de frustração e insegurança que domina o Jardim Maringá e Vila Ema.
A situação não afeta apenas lojas. Na madrugada de segunda-feira (14), uma clínica localizada na rua Teopompo de Vasconcelos também teve seu hidrômetro furtado. Os criminosos quebraram o cano e comprometeram o abastecimento de água do local, obrigando o cancelamento de atendimentos médicos já agendados.
A Sabesp informou que, entre janeiro e maio de 2025, 195 hidrômetros foram furtados em São José dos Campos nas áreas operadas pela companhia, número que tende a crescer diante da frequência dos crimes.
Embora tanto a Prefeitura quanto a Polícia Militar tenham intensificado as rondas na Vila Adyana e nos bairros vizinhos — com apoio da equipe do Apoio Social e da PM — a sensação de impunidade persiste. Isso se deve, em parte, ao fato de o furto ser classificado como crime de menor potencial ofensivo, permitindo a liberação dos autores logo após o registro da ocorrência.
Enquanto os prejuízos se acumulam, comerciantes e moradores seguem em alerta, buscando soluções coletivas e aguardando medidas mais efetivas para coibir a ação de criminosos.
Venda de cobre e latão
Muitos hidrômetros possuem componentes metálicos, como cobre, latão ou alumínio, que têm valor de revenda no mercado informal. Os criminosos costumam vender esse material para ferros-velhos clandestinos. Um hidrômetro pode render apenas alguns reais, mas em grande quantidade o lucro aumenta — o que estimula as ações.
5 Respostas
Se o poder público não toma as devidas providências , passou da hora da população tomar suas próprias iniciativas e bem tomadas !!
Intensificar as Ronda de madrugada.
A maioria dos assaltos e furtos tem acontecido entre 2h30 e 3h30
estou me mudando de sao jose dos campos devido a violencia, ja fechei meu comercio e nao quero nada nesta cidade ,
fui assaltado 4 vezes no meu comercio do urbanova, ninguem toma providencia e o iptu vem e alto,, uma vergonha viver em sao jose dos campos
saude da nojo, seguranca precaria, prefeitura recebe para nao fazer nada para a populacao,, vergonhoso
…tic-tac, tic-tac…mais 3,5 anos pela frente. Aqui no prédio a coisa também não cheira bem não.
O prefeito sumiu da administração, mas faz pose no Busca Busca pra lacrar no Insta! Virou influencer agora? Mandou beijinho pro Trump nas eleições e, adivinha? Agora a Embraer vai dançar bonito com as novas taxas e muitos perderão seus empregos.
Enquanto isso, a cidade tá largada! Segurança? Um caos. Trânsito? Um inferno. Falta d’água? Virou rotina. E as praças? Totalmente abandonadas.
Pelo visto, o prefeito “visionário” tá preparando as malas pra dar um rolê nos EUA… porque trabalhar de verdade por São José? Aí já é pedir demais, né?
SJC merecia ser uma cidade limpa, segura e bem cuidada. Mas pra isso, precisava de prefeito — não de influenciador sumido!