Concessionária inicia reparo de erosão na Via Dutra, em São José dos Campos; obra mantém faixa interditada e causa lentidão no trânsito

A concessionária RioSP iniciou nesta segunda-feira (19) o reparo definitivo em uma erosão na rodovia Presidente Dutra, em São José dos Campos. O dano foi registrado na tarde do último sábado (17), por volta das 17h30, na altura do quilômetro 146, na pista sentido Rio de Janeiro, em São José dos Campos.
Devido à erosão a faixa de aceleração (acostamento) permanece interditada no trecho afetado. A situação tem impactado o tráfego de veículos e, na manhã desta segunda-feira, foram registrados cerca de cinco quilômetros de lentidão no local.
De acordo com a RioSP um reparo emergencial foi realizado ainda no sábado (17), logo após a identificação do problema. Ainda segundo a concessionária a erosão foi detectada pela equipe de inspeção durante ronda de rotina, o que permitiu o acionamento imediato das equipes de obras e conservação.
Nesta segunda-feira (19) os trabalhos avançam com a execução de serviços de topografia e análise técnica da área atingida. O objetivo é avaliar as condições do solo e a possibilidade de liberação da faixa de aceleração, de forma segura, após a conclusão das intervenções necessárias.
A concessionária informou que segue monitorando o trecho e orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pela região, respeitando a sinalização implantada durante a execução das obras na rodovia Presidente Dutra.
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Primeira Resposta
Claro que a natureza tem sua parcela de implicação nesse tipo de fenômeno. Mas o que podemos dizer da atuação da concessionária na prevenção desse tipo de ocorrência? Ou seja, em um levantamento muito completo feito no passado (1ª concessão e sua renovação), até mesmo para obterem avais ambientais para a operação, eles certamente sabem onde está cada potencial de risco – córregos e riachos, tubulações de saneamento (sujeitas ao desgaste e ação da natureza em forças no solo), épocas de chuvas e sua intensidade e muitos outros.
O que arrecadam (e não é pouco, dado o tráfego da mais movimentada rodovia federal do país) certamente deveria estar com alocação suficiente para a prevenção (inspeções regulares e frequentes) e contenção de riscos (obras de reparo ou preventivas).
Será que novamente mais uma agência reguladora federal não fez seu trabalho?…
O que acham?