Ponto no Jardim Aquarius ajuda os colecionadores a trocarem figurinhas, histórias e experiências. Que venha o Hexa!

O barulho das páginas sendo viradas, a ansiedade ao abrir um novo pacote e a clássica pergunta “tem repetida?” seguem atravessando gerações. Em tempos dominados pelas telas e pela velocidade das redes sociais a tradição de colecionar e trocar figurinhas da Copa do Mundo segue viva e talvez ainda mais valiosa – justamente por criar encontros reais entre pessoas.
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Em praças, bancas e centros comerciais crianças, adolescentes, jovens e senhores se reúnem com o mesmo objetivo: completar o álbum. Mas, para muitos, o momento vai além das figurinhas raras ou das páginas preenchidas. É um ritual afetivo que mistura memória, convivência e paixão pelo futebol.
Pais que um dia colecionaram ao lado dos amigos agora acompanham os filhos nas trocas. Avôs observam atentos as páginas enquanto relembram Copas antigas. Jovens negociam cromos como quem compartilha histórias. Em poucos minutos desconhecidos iniciam conversas, fazem acordos e comemoram juntos ao encontrar aquela figurinha difícil.
A tradição, que atravessa décadas, mostra que algumas experiências resistem ao tempo. O álbum da Copa continua sendo um ponto de encontro entre diferentes gerações, classes sociais e histórias de vida, unidas por pequenos pedaços de papel que carregam muito mais do que imagens de jogadores e seleções.
Jardim Aquarius
Em São José o movimento ganha força especialmente em centros de compras e comércios que fazem dos seus espaços ponto de encontro. No Aquarius, a Banca do Aquarius recebe colecionadores diariamente, a partir das 10h, na avenida Alfredo Ignácio Nogueira Penido, n.º 100.
Segundo a proprietária da banca, Vera, as trocas de figurinhas só têm hora para começar. “Estamos ficando abertos até tarde. Normalmente até às 19h30. No fim do dia tem bastante gente”, destacou. Ela também relatou que as vendas dos álbuns estão a todo vapor. “Já precisei pedir reposição”, completou a comerciante.






Primeira Resposta
E colecionadores ficam com o carro parado em local proibido atrapalhando o trânsito