São José dos Campos

Cratera no Imperial: erosão é fechada e nova galeria avança!

Prefeitura de São José age rápido e faz a recomposição das novas rachaduras ocorridas na segunda (18), após chuvas do final de semana

Cratera no Imperial: erosão é fechada e nova galeria avança!

Cratera no Imperial: erosão é fechada e nova galeria avança /  Foto: PMSJC

A cratera surgida no Jardim Imperial, na zona sul de São José dos Campos, segue demandando atenção especial por parte da prefeitura. Após o surgimento de novas rachaduras na segunda (18), prefeitura agiu rápido e realizoi nesta terça-feira (19) a recomposição da acomodação de material após chuvas do final de semanana Rua Felisbina de Souza Machado.


O serviço foi realizado pela Urbam e consistiu no preenchimento da cavidade com pedras para estabilizar o terreno e trazer segurança aos moradores. Já a construção da nova rede, iniciada no mês passado, segue avançando conforme o cronograma. Ela está sendo executada em paralelo à galeria colapsada, que será preenchida e inutilizada ao final da obra.

A empresa contratada pela prefeitura, Terrax, está construindo uma nova galeria pelo método não destrutivo para substituir o trecho colapsado, que vai da rede recomposta em 2019 – na altura da praça Antônio Moreira Vita – até a tubulação de concreto nas proximidades do cruzamento com a rua Roberto Baranov.

Continua depois da publicidade

Atualmente as equipes executam a escavação dos acessos verticais (shafts) e a construção do túnel, que terá 338 metros de extensão e entre 7 e 15 metros de profundidade. Será uma estrutura metálica com revestimento de concreto na parte inferior para evitar corrosão, principalmente se houver lançamento indevido de esgoto.

Essa estratégia permitirá a execução da obra com menor impacto tanto à via pública quanto às edificações do entorno e redes de infraestrutura existentes, garantindo maior segurança, eficiência e continuidade da mobilidade.

Após execução da nova galeria, a Urbam fará a ligação das captações (bocas de lobo), recomposição do pavimento da via e preenchimento da galeria colapsada para que não haja mais afundamentos.

Executada pela Urbam, a primeira fase consistiu na estabilização do solo e fechamento das duas erosões com camadas de pedras, permitindo garantir a segurança da população e a volta dos moradores de um prédio que precisou ser interditado.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail e telefone não serão publicados. Todos campos são obrigatórios*