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Coletivo da Marcha da Maconha reafirma realização do evento, mesmo com proibição do prefeito Anderson Farias

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Marcha da Maconha está prevista para ocorrer no dia 7 de outubro com o tema: “Descriminaliza o Pobre: Planta Legal, no SUS e no Quintal”

Foto ilustrativa: Marcha realizada em 2016 no centro de São José (reprodução mídias sociais)

O coletivo organizador da Marcha da Maconha em São José dos Campos emitiu um comunicado (veja abaixo) em resposta às declarações do prefeito Anderson Farias (PSD) e reafirmou a intenção de realizar o evento agendado para o dia 7 de outubro. A manifestação ocorrerá sob a temática “Descriminaliza o Pobre: Planta Legal, no SUS e no Quintal”.

Em uma nota oficial, o coletivo expressou sua surpresa e indignação em relação à postagem do prefeito, afirmando que a Marcha da Maconha é um direito constitucional garantido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O comunicado também classificou as declarações de Anderson Farias como “ignorância e desinformação”, convidando-o para debates acerca do tema.


A marcha pretende levantar discussões sobre a descriminalização da maconha, bem como o acesso legal à planta para uso medicinal. O coletivo convidou a população de São José dos Campos a se juntar à manifestação, promovendo um ambiente de diálogo e debate sobre as políticas relacionadas às drogas no país.

O prefeito Anderson Farias havia anunciado anteriormente, por meio de suas redes sociais, que não permitiria a realização da Marcha da Maconha na cidade, alegando que o evento se tratava de apologia às drogas. Ele reforçou sua posição ao afirmar que não autorizaria a realização do evento e que tomaria medidas para evitar sua realização.

A disputa de ideias e perspectivas em torno do tema evidencia a complexidade da discussão sobre políticas de drogas e a liberdade de expressão. A cidade aguarda desdobramentos sobre a decisão do coletivo e a reação da administração municipal. A sociedade, mais uma vez, se depara com a necessidade de dialogar e compreender diferentes pontos de vista.

NOTA PÚBLICA – COLETIVO MARCHA DA MACONHA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Movimento vinculado à Articulação Nacional de Marchas da Maconha

“O coletivo organizador da Marcha da Maconha de São José dos Campos recebeu na sexta-feira, 25 de agosto, a informação via redes sociais, que o prefeito Anderson Farias quer proibir a realização da marcha joseense, prevista para o dia 7 de outubro, cujo tema será Descrimininaliza o Pobre: Planta Legal, no SUS e no Quintal. A postagem do executivo causou surpresa e indignação aos organizadores do movimento, visto que a realização de marchas da maconha é um direito constitucional, assegurado pelo Supremo Tribunal Federal, desde 2011, de acordo com os julgamentos ADPF nº 187 e ADI nº 4274, em decisões unânimes e do qual pretendemos nos valer, realizando a marcha na data prevista. Além de um direito constitucional, a Marcha da Maconha é um movimento nacional. Nossas bandeiras vão muito além da legalização da maconha, inserindo-se na defesa da democracia e dos direitos humanos, e na construção de políticas públicas que superem os paradigmas proibicionistas vigentes. A dura proibição ao uso da maconha e a ampla liberalidade em relação ao álcool e ao cigarro trazem resultados nefastos para a vida de grande parte da população brasileira, atingindo de forma explícita as favelas, vilas, ocupações e periferias do país. Marchamos por um nova política de drogas, que estabeleça processos que impeçam os monopólios dos interesses do grande capital, que promovam uma reparação histórica dos povos atingidos historicamente pelas políticas proibicionistas, em novos horizontes de ação. Somos antiproibicionistas, anticapitalistas, antirracistas, anti-homofóbicos, contrários à intolerância religiosa e sobretudo lutamos por uma sociedade livre de opressões, violências e desigualdades sociais. A Marcha da Maconha engloba a defesa dos povos originários, das comunidades quilombolas, da juventude negra e periférica, do povo negro favelado, das pessoas egressas do sistema prisional, da manicomialização, do capacitismo e qualquer outra forma de .violência. Por fim, não mais importante, porém consolidado pela ciência, marchamos pelo amplo acesso ao óleo extraído da planta da Cannabis. O uso da maconha para fins medicinais e terapêuticos é hoje uma demanda dramática de milhares de pacientes, com potencial de beneficiar milhões de brasileiros na busca por saúde e qualidade de vida. É, portanto, uma pauta urgente para todos os que defendem os direitos humanos e, em especial, o direito à saúde. Sendo assim, o coletivo Marcha da Maconha reafirma sua intenção de marchar no dia sete pelas ruas centrais da cidade, convida a coletividade joseense a participar e se dispõe ao diálogo e ao debate. Vamos juntos enfrentar os problemas decorrentes da ignorância, da desinformação e das distorções promovidas por políticas proibicionistas que até hoje só produziram morte e violência”.

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29 Respostas

  1. A melhor iniciativa para o povo Joseense é ignorar os componentes desse COLETIVO, que não deve ser muito grande e deixá-los expostos nas ruas como uma minoria que não possui os princípios familiares e sociais devidamente formados !!! Qualquer produto que seja benéfico para a saúde deve ser permitido desde que prescritos por médicos e devidamente controlados e não sujeitos a porte para uso indevido por pessoas irresponsáveis.

  2. Não essa baderna dos viciados em drogas nossa cidade é uma cidade honrada apologia as drogas definitivamente não nesta cidade.

  3. Liberdade de expressão com apologia ao consumo de maconha??? Realmente creio que a grande maioria da população da cidade é contra a essa agenda proposta por esse desgoverno de esquerda e pelo STF. Quantas famílias foram destruídas, quantas crianças e adolescentes tirados de seus lares por traficantes sem escrúpulos, quantas mortes computadas por esse câncer que abate nossa sociedade atual? Eu, como muitos por aí, tenho parentes que foram arrebatados por essas porcarias e que hoje são dependentes e precisam de cuidados permanentes para sobreviver, e não conseguem mais serem úteis para nada, apenas vegetam, por terem seus neurônios destruídos pelo vício na maconha e no crack. Espero muito que nosso prefeito consiga barrar esse “evento” e que todos os cidadãos de bem dessa cidade se empenhem para impedir essa manifestação.

  4. O prefeito da cidade que tá cheia de gente bêbada caindo pela rua é contra a marcha da maconha, enfim a hipocrisia.

  5. Iremos conhecer ao vivo e a cores os FUTUROS ZUMBIS.
    Mas a maconha faz isso mesmo, queima os neurônios e deixa a pessoa sem filtro. Mas isso já era anunciado nas precisa eleitorais e se vc não.concorda deixa de fazer o L nas próximas eleições meu filho. Bem vindo a Venezuela. Lá começou assim. A gente falava e não acreditaram . Paz e amor meu brother . Faz o L. O Amor venceu! Sóóóó.

    1. Kkkkkkkkkkk só falou besteira do começo ao fim, “zumbis “, “sem filtro”, “Venezuela”…. hahahahahahaha… Eu venho aqui só pra rir da cara de vocês, nunca li tanta M na minha vida.

  6. Convoco a todos que tiverem de carro passando por perto colocaram a famosa música.Triller do Maicon Jacson. Iremos conhecer ao vivo e a cores os ZUMBIS.
    Cracolândia fazendo uma prévia.

  7. Se fosse boa seria BOA COMHA.
    Tomara que os policiais ponham as borrachas pra trabalhar. Zumbis não sentem dor mesmo.

  8. Deve ser coibida com rigor! Maconha é entrada para outras drogas! #Naoamarchadamaconha.

  9. Pedem a liberação da maconha pra uso medicinal, portanto já é feita essa liberação quando é pra essa finalidade. Querem na verdade a liberação pra consumo exaberbado mesmo. E essa manifestação deve ser proibida sim, pois faz apologia ao crime, já que a droga é proibida por lei no país, ao menos por enquanto.

  10. Um dia esses mesmos que pedem a liberação, vão chorar amargamente o futuro que vão ter. Isso começa com “liberdade”, mas o final todos já sabem, talvez apenas esses, que já estão com os neurônios degenerados, não consigam mais ter noção do que é certo ou errado. Com isso atrapalham à todos que prezam pela família e uma vida melhor. Que Deus tenha muita misericórdia desses.

  11. Só ficar do lado do ponto de táxi no Vale Sul, a cada 3 minutos um grupo de maconheiros vai lá fumar na frente de todos.

  12. Se fosse algo defendido pelo BOLSONARO o Xandao já tinha feito busca e apreensão na casa dos idealizadores. Kkkkkk Quanta.hipocresia

  13. Eu concordo plenamente com essa marcha👍 más faz um favor pra todos nós. Vá fazer essa manifestação lá no KG deles na Cracolândia e fica por lá mesmo juntos com suas láias. Faz me um favor, é pra acabar. Aonde nós vamos parar. É um absurdo, parar uma Av, rua ou praça para um bando de maconheiros, vão trabalhar e fazer alguma coisa de útil.😡😡😡💪💪💪💪

  14. Acredito que as pessoas, que estão no poder na cidade de São José dos Campos, não irão permitir essa palhaçada. Que isso não seja permitido.

  15. O prefeito é tão incompetente que não sabe nem que não pode impedir essa manifestação.

    vergonha para sjc.

  16. A nova lei não vai mudar absolutamente NADA pra quem não fuma. Ninguém vai passar a fumar maconha por causa da descriminalização e quem já fuma vai continuar fumando, só que não vai mais ser preso por conta de dois baseados, abarrotando o sistema carcerário. As penitenciárias são verdadeiras universidades do crime. O jovem entra por vender meia dúzia de buchas de maconha e passa a conviver com ladrões e sequestradores. A única diferença agora, é que o porte de maconha para uso pessoal não será mais enquadrado como crime, será estabelecida uma quantidade-limite para distinguir o usuário e o traficante de maconha, para efeitos de aplicação da lei.

  17. Com tanta coisa importante para fazer, estes imbecis ficam preocupados com este lixo da maconha. Sinceramente do jeito que estão as coisas esta cidade vai acabar igual a cracolandia. Cidade inteligente?????

    1. Só se você considerar narcos alguns estados dos EUA, ou países como Holanda, Portugal, Uruguai, Canadá, Itália, Suiça, Espanha. São países onde a maconha foi descriminalizada, ou seja, o usuário não é considerado criminoso, pode portar uma pequena quantidade da erva e isso distingue os usuários, dos traficantes.

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