Após quatro meses foragido, homem que confessou o assassinato brutal de Sarah Picolotto é capturado, reacendendo o clamor por justiça que comoveu Ubatuba e o país

Justiça por Sarah! O assassino de Sarah Picolotto dos Santos Grego foi preso nesta semana em Ouro Fino, no sul de Minas Gerais, após permanecer foragido por quatro meses. O homem confessou o assassinato de Sarah, que tinha 20 anos. O homicídio ocorreu em agosto, em Ubatuba, e que causou forte comoção no Litoral Norte e em todo o estado.
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A prisão representa um avanço significativo no caso, que mobilizou familiares, amigos, movimentos sociais e a opinião pública desde o desaparecimento da jovem.
Crime chocou Ubatuba e região
Sarah desapareceu no dia sexta-feira (9) de agosto, após sair com amigos em Ubatuba. Dias depois, no quinta-feira (15), o corpo da jovem foi encontrado em uma área de mata no bairro Rio Escuro, nas proximidades de uma cachoeira.
O local onde o corpo estava foi indicado à polícia pelo próprio investigado durante as apurações. A descoberta confirmou as suspeitas levantadas pela Polícia Civil ao longo das investigações.
Confissão e liberdade causaram revolta
De acordo com o inquérito policial, Alessandro Neves dos Santos confessou o crime em depoimento. Ele relatou que matou Sarah por enforcamento após uma discussão, afirmando estar sob efeito de álcool e drogas, e que posteriormente abandonou o corpo na área de mata.
Mesmo diante da confissão e de indícios reunidos pela Polícia Civil, o investigado chegou a ser colocado em liberdade após audiência de custódia realizada pela 2ª Vara de Ubatuba. Na ocasião, a Justiça entendeu que a prisão temporária deveria ser aplicada apenas em caráter excepcional, optando por medidas cautelares alternativas. A decisão gerou indignação e protestos.
Prisão em Minas Gerais
Após descumprimento das medidas impostas e a condição de foragido, a Polícia Civil intensificou as buscas até localizar e prender o assassino de Sarah em Ouro Fino, no Sul de Minas Gerais. Ele foi detido e colocado à disposição da Justiça, onde deverá responder pelo crime.
Quem era Sarah Picolotto
Sarah Picolotto era filha de pastor e morava em Jundiaí. Ela havia viajado para Ubatuba para passar o fim de semana com amigos quando desapareceu. O caso gerou forte repercussão, especialmente entre lideranças religiosas, jovens e movimentos de defesa das mulheres, que passaram a cobrar justiça e rigor na punição do responsável.
A Polícia Civil segue acompanhando o caso, que agora entra em uma nova fase com a prisão do acusado.







Primeira Resposta
Perpétua nele. Não, melhor ainda, corredor da morte.
Vixi! lembrei que neste país, com um bonzinho e protetor código penal para canalhas como este nunca haverá uma justiça suficiente e adequada para este crime.
E no curto período de cadeia, ainda terá a “proposta irrecusável” de ser mais um soldado do PCC.