Atenção, motorista: nesta terça, Via Dutra terá megacarga de 800 toneladas saindo de São José dos Campos às 9h, com parada prevista em Pindamonhangaba

A Via Dutra recebe, nesta terça-feira (10), a retomada do deslocamento de uma megacarga de 800 toneladas, com saída prevista às 9h do km 136, em São José dos Campos, no sentido Rio de Janeiro. O comboio deve fazer parada técnica em Taubaté e encerrar o dia no km 101, em Pindamonhangaba.
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Após o deslocamento previsto para iniciar às 9h, no km 136 da Via Dutra, a programação operacional indica uma parada técnica no km 117, em Taubaté, para a chamada “sangria” do trânsito, procedimento utilizado para reduzir filas e reorganizar o fluxo de veículos ao longo da rodovia.
Ao final do dia, a previsão é que o comboio alcance o km 101, em Pindamonhangaba. A concessionária alerta que o cronograma pode sofrer ajustes conforme as condições de segurança operacional, clima e volume de tráfego registrado durante o percurso.
A operação ocorre em velocidade reduzida, com limite máximo de 20 km/h, o que pode provocar interferências pontuais no trânsito da Via Dutra. Equipes da concessionária atuam em campo com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), orientando os motoristas ao longo do trajeto.
Para minimizar impactos, a recomendação aos condutores é utilizar aplicativos de navegação em tempo real e acompanhar os painéis de mensagens variáveis (PMVs) instalados na rodovia. Rotas alternativas, como a Rodovia Carvalho Pinto (SP-70) e a Estrada Velha Rio–São Paulo (SP-62), podem ser utilizadas, especialmente em deslocamentos entre São José dos Campos, Taubaté, Caçapava e Pindamonhangaba.
A carga transportada é um transformador de grande porte, com mais de 800 toneladas, acomodado em uma composição especial de aproximadamente 135 metros de comprimento e cerca de seis metros de largura. O equipamento segue com destino ao Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, de onde será embarcado para transporte internacional.
De acordo com a RioSP, operações desse porte exigem monitoramento constante e podem ter alterações de percurso ou de pontos de parada, como já ocorreu em etapas anteriores, principalmente em razão de chuva, neblina ou aumento do fluxo de veículos.
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