Um agressor de mulher é preso a cada 40 minutos no Estado de São Paulo

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Delegacias da Mulher registram aumento nos casos e investigações de violência; em São José DDM fica na av. Comendador Vicente P Penido, 234

Um agressor de mulher é preso a cada 40 minutos no Estado de São Paulo
Um agressor de mulher é preso a cada 40 minutos no Estado de São Paulo / Foto: Marcelo Camargo

O Estado de São Paulo registrou um aumento significativo nas prisões relacionadas à violência doméstica, com uma média de um agressor preso a cada 40 minutos. De janeiro a agosto, as Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) realizaram mais de 6,5 mil prisões de suspeitos envolvidos em crimes contra mulheres, representando um avanço importante no combate à violência de gênero. Esse aumento reflete também um crescimento de 6,6% nos inquéritos instaurados, comparado ao mesmo período de 2023.


O esforço das autoridades em incentivar o registro de denúncias e ampliar as investigações tem sido essencial para levar agressores à justiça. “O estímulo ao registro da denúncia e a confiança no trabalho policial são fundamentais para que possamos esclarecer esses crimes e oferecer mais proteção às vítimas”, destacou Guilherme Derrite, secretário da Segurança Pública de São Paulo.

Além disso, entre janeiro e agosto, foram registrados 108,6 mil boletins de ocorrência de casos de agressão, um aumento de 6,3% em comparação com 2023. A delegada Adriana Liporoni, coordenadora das Delegacias da Mulher de São Paulo, reforçou a importância do papel da Lei Maria da Penha na prevenção, mas destacou que a punição dos agressores é um passo crucial. “A coleta de provas, o indiciamento e a ação penal são partes desse processo”, ressaltou.

Apoio e novas políticas de proteção

São Paulo tem ampliado a rede de apoio às mulheres vítimas de violência. Um exemplo disso são as Salas DDM 24 horas, que passaram de 79 para 142 neste ano, representando um aumento de 80%. Além disso, o aplicativo SPMulher Segura oferece suporte imediato, conectando as vítimas diretamente à polícia, caso o agressor se aproxime.

Outra medida relevante é o auxílio-aluguel de R$ 500, destinado a vítimas de violência doméstica, além da ampliação do uso de tornozeleiras eletrônicas para monitoramento permanente dos agressores. O movimento “SP Por Todas”, lançado em março de 2024, é um dos pilares dessas políticas, oferecendo visibilidade às ações públicas que promovem proteção, acolhimento e autonomia financeira para mulheres.

Como denunciar e procurar ajuda

As mulheres que se sentirem ameaçadas ou em risco de violência podem registrar boletins de ocorrência e solicitar medidas protetivas nas Delegacias da Mulher, tanto presencialmente quanto online, por meio da DDM Online. Para emergências, o número 190 da Polícia Militar está à disposição, com o apoio da Cabine Lilás, que oferece atendimento especializado às vítimas por policiais treinadas para lidar com esses casos.

Em São José dos Campos a Delegacia de Defesa da Mulher está localizada no Jardim Aquarius, na avenida Comendador Vicente Paula Penido, 234. O telefone para contato é  (12) 3941-4140. Denunciar e buscar ajuda são passos fundamentais para combater a violência doméstica e garantir proteção a quem precisa.

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Imagens profissionais em parceria com o site Depositphotos.

4 Respostas

  1. Imagina só os números em todo o país. Até o filho do sem dedo espanca a mulher e não dá em nada. Infelizmente só viram estatísticas para este país de corruptos e ladrões. Não vai dar em anda. Logo o STF libera todos, menos o pessoal que eata preso por atentar contra o governo do fdp sem dedo.

  2. Prende e logo o judiciário solta pra continuar destruindo a vida de mulheres. Tinha que fazer castração química pra ele não querer mais nenhuma mulher.

  3. Quero ver SJC indo pra frente, ninguém votando nos gente boas corruptos que sempre tivemos e continuamos tendo.. nada mudou e nada vai mudar se não pararmos de votar nestes desgraçados imundos, hipócritas mauditos

  4. Opa, acabei de ver no fantástico que Lulinha pois uma lei pra aumentar pra 20 a os caso de feminicidio, não sei se resolve mas o aumento da pena de e melhorar, parabéns lulita

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