Medo de estar só e liberdade desafiam o amor moderno. Como amar sem se perder e manter autonomia nas relações?

Por Amanda Santos / @eusouamandac
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Conquistar a própria liberdade é um marco na vida de muitas mulheres. Ter autonomia financeira, emocional e decisões nas mãos é um sonho realizado. Mas, quando o assunto é amor, surgem novos dilemas. Como amar sem se perder? Como construir algo a dois sem se anular?
O medo de estar só muitas vezes convive com o receio de abrir mão da liberdade. E entre esses dois extremos, existe um espaço delicado onde habitam dúvidas, traumas, experiências antigas e novas possibilidades.
Nem sempre é sobre falta de opções. Às vezes é sobre a coragem de se permitir sentir de novo. De confiar. De se escolher em primeiro lugar para, só depois, escolher alguém.
No campo do amor, não existem respostas prontas. Mas certamente há perguntas que importam. Porque amar não precisa ser sinônimo de sacrifício. E estar só não precisa ser ausência de afeto.
Talvez o amor mais sólido comece quando a gente se olha com verdade. E escolhe dividir a vida com alguém não por medo ou necessidade, mas por desejo.
Por Amanda Santos / @eusouamandac
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Primeira Resposta
Sabe o que fica entre a Vida e a Morte?
Amor. Vid amor te
O amor é apenas uma reação química.
Monogamia é regra e casamento, contrato? Casamentos são como velórios com bolo. Rsrsrs
Mesmo, assim sem sentimentos como amor e paixão não tem papo.
“O amor é a única coisa que transcende o tempo e o espaço”
E o que é amor líquido? A definição perfeita para amor líquido por Zygmunt Bauman.