Qualidade de vida; inônimo de longevidade


Assim como os humanos, levar uma rotina regrada – pautada em bons hábitos – é essencial para uma vida longa e saudável. Confira a idade de seu cachorro!

Manter uma alimentação nutritiva e praticar exercícios físicos – além de consultas frequentes ao médico – são elementos essenciais em prol da qualidade de vida no agitado mundo moderno. Assim como os humanos, animais domésticos – como cães e gatos – também precisam de uma rotina regrada para alcançar uma vida longa e saudável.
“Qualidade de vida é fator essencial para a longevidade dos animais domésticos. Levar uma rotina pautada em bons hábitos deve ser prioridade desde o início da vida. Isso proporcionará uma terceira idade confortável e com menor probabilidade de doenças”, afirma o veterinário Roberto Takeo Shinkai.
Segundo o especialista, um elemento natural que condiz diretamente com o tempo de vida é o tamanho do animal. “Cachorros pequenos têm tendência a viver mais que os grandes. É uma questão de sobrecarga do organismo. Já os gatos não apresentam tanta variação e são considerados idosos geralmente a partir dos sete anos”, complementa. Outro ponto com grande relevância na qualidade de vida diz respeito ao peso. “Obesidade impulsiona o surgimento de diversas complicações como problemas locomotores, artrite, artrose, diabete, bico de papagaio e insuficiência cardíaca, dentre muitas outras doenças”, acrescenta.
Com o desenvolvimento da medicina veterinária, atualmente existem remédios geriátricos específicos para cachorros idosos. A utilização desses medicamentos auxilia na melhora da circulação sanguínea, o que deixa o animal mais ativo e por consequência minimiza o risco de sedenta-rismo. “Também existem rações com menos calorias e maior quantidade de aminoácidos. Na terceira idade, os animais – assim como os humanos – costumam ganhar peso e perder massa muscular.  Rações ricas em proteínas desaceleram este processo. Os passeios também precisam ser mantidos, mas sempre respeitando e levando em conta a disposição do bicho”, destaca o veterinário. Questionado se animais idosos tendem a ficar mais ranzinzas ou irritados, Shinkai explica que a mudança de comportamento é relativa e está diretamente ligada às dores que o animal sente em decorrência principalmente de adversidades como má circulação, artrite e artrose. Quanto à dentição, o veterinário frisa que a escovação – assim como outros procedimentos de higiene e saúde – deve ser feita regularmente desde o início da vida.
Ele enfatiza que determinados incômodos como feridas na região ocular podem ser na verdade problema de canal.  “Deve-se evitar o acúmulo de tártaro. Hoje em dia existem petiscos e pastas enzimáticas que combatem o tártaro. Tem também um completo tratamento periodontal. Mesmo com o cachorro idoso, é possível manter a dentição completa até o inevitável momento do adeus”, encerra.
Clínicas ilegais: riscos à saúde do animal – As opções de clínicas veterinárias, hospedagem de animais e serviços como banho e tosa são oferecidos em grande quantidade por praticamente toda a cidade. No entanto, muitas agem na ilegalidade e colocam a saúde dos animais em risco.

“Todo segmento veterinário tem que ter profissional responsável e atender as exigências burocráticas da prefeitura. O dono tem que estar atento. A irresponsabilidade pode resultar em graves consequências”, explica o veterinário da Pet Company, Roberto Takeo Shinkai. De acordo com o especialista, acidentes são passíveis de acontecer e a ausência de um veterinário torna o atendimento muito mais tardio. “Na tosa, por exemplo, podem ocorrer cortes profundos. Nos banhos, não se deve utilizar água quente e o secador deve estar no ar frio.         O aquecimento aumenta a absorção, que pode intoxicar o bicho”, afirma Shinkai, antes de enfatizar que em alguns casos até a vida do animal pode estar em jogo. “O excesso de sedativos pode matar o animal, caso ele tenha alguma anomalia cardíaca”, acrescenta. Outra irregularidade séria diz respeito às hospedagens coletivas. O veterinário esclarece que os cães devem ser mantidos separados individualmente.
“Deve-se evitar as brigas e confrontos, ficar de olho no animal e controlar sua alimentação e ambiente”, conta. Como fatos graves ocorridos em consequência de descasos, o veterinário expõe que já retirou uma meia de seda do intestino de um labrador e também uma espiga de milho de um fila.
“Os donos perceberam apenas que os cachorros estavam vomitando bastante. Desgraças acontecem, por isso que é necessário o acompa-nhamento de um veterinário devidamente cadas-trado no conselho da categoria. Como muitos donos não cuidam do cão da forma correta, o ideal seria a criação de uma lei de posse-responsável, com as devidas identificações”, finaliza.


LIFE | veterinaria - Publicado 20:57 | - Redação

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