Pinheirinho: Alckmin anuncia 2.000 casas!


Moradias para famílias que viviam na área invadida serão construídas em até um ano e meio, por meio de um convênio com entidade fundada por famílias sem-teto

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou ontem um pacote extra de 2.000 moradias para atender as famílias expulsas do Pinheirinho, na zona sul de São José dos Campos. A meta é que as unidades habitacionais sejam entregues em um prazo máximo de um ano e meio. Até lá, as 1.719 famílias removidas da área continuarão recebendo o aluguel social de R$ 500 por mês, pago pelo Estado em parceria com a Prefeitura de São José.

Segundo o governador, o projeto será viabilizado por meio de um convênio com a associação fundada pelos ex-moradores do Pinheirinho –a Associação Democrática por Moradia e Direitos Sociais (ADMDS). Os recursos vão sair de uma modalidade específica do programa Minha Casa, Minha Vida voltada a entidades, com um aporte de recursos do Estado a fundo perdido. O investimento pode chegar a R$ 192 milhões. O anúncio foi feito ontem à tarde no Palácio dos Bandeirantes,em São Paulo, durante a assinatura de um convênio para a construção de 1.904 apartamentosem São Josée Caraguatatuba.

No modelo convencional do Minha Casa, Minha Vida/Casa Paulista, as famílias expulsas do Pinheirinho iriam disputar moradias com todas as 19.696 que estão hoje na fila da casa própria no município. O programa privilegia moradores de áreas de risco e famílias chefiadas por mulheres. “Estamos trabalhando juntos para viabilizar um programa específico com a entidade,[fundada pelos ex-moradores do Pinheirinho”, disse o governador.

Pelo convênio em andamento, o governo federal entrará com R$ 76 mil por unidade habitacional e o Estado, com outros R$ 20 mil a fundo perdido. Dois projetos tramitam na Caixa Econômica Federal para atender os ex-moradores do Pinheirinho –eles prevêem a construção de apartamentos no Parque Interlagos (506 unidades) e no Bairrinho (528).

O prefeito Carlinhos Almeida (PT) se comprometeu a alterar o zoneamento dos terrenos apresentados pelos sem-teto. A atual classificação não permite a construção de conjuntos habitacionais verticalizados nas áreas.“Vamos fazer duas propostas para Câmara. Uma é na Lei de Zoneamento, que é muito restritiva para a construção de moradia popular. Outra é para isentar alguns impostos e facilitar a implementação das moradias”, disse

 


LIFE | cotidiano - Publicado 21:38 | - Redação

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