Impulsionado pelos setores de serviços e indústria, PIB paulista cresce 3,4% em 2024 e atinge R$ 3,5 trilhões

O Produto Interno Bruto (PIB) paulista cresce 3,4% em 2024, de acordo com dados divulgados pela Fundação Seade. O avanço da economia do estado foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços, que registraram alta de 3,3%, e indústria, com crescimento de 2,7%. Em valores correntes, o PIB de São Paulo atingiu R$ 3,5 trilhões, superando os R$ 3,2 trilhões registrados em 2023.
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No mês de dezembro, a economia paulista também apresentou desempenho positivo, com um crescimento de 1,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A agropecuária teve a maior alta do mês, com avanço de 4,4%, enquanto o setor de serviços cresceu 1,9%.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou que o crescimento do PIB paulista em 2024 é reflexo de ações voltadas para a melhoria do ambiente de negócios e a atração de investimentos. “Os números do PIB paulista de 2024 resultam do nosso incansável esforço para criar um ambiente mais favorável aos negócios e atrair novos investimentos para o estado de São Paulo”, afirmou.
Entre as iniciativas adotadas pela gestão estadual, está o programa SP na Direção Certa. A estratégia reúne medidas para modernizar a administração pública, reduzir despesas, ampliar a arrecadação e fortalecer a capacidade de investimento do estado por meio de concessões e privatizações. O crescimento do PIB paulista em 2024 reforça a relevância econômica do estado no cenário nacional e indica um cenário favorável para o desenvolvimento e geração de empregos.
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6 Respostas
Estado administrado por quem trabalha para o povo é diferente. Parabéns aos administradores do Estado.
Isso sim bom pra todos nós esse governador nós apresentar, ótima notícia pra todos nós
E os digníssimos do Sefaz aumentam o ICMS dos combustíveis com a cândida informação que é para o equilíbrio fiscal. Ratos na administração?
Será que o governador toma a mesma água podre que nós? Ou manda trazer água dos Alpes Suíços? Depois que o governador “doou” a Sabesp, a situação só piorou e tem gente ainda que aplaude e agradece por estar tomando água marrom.
Quando esse governador vai zerar os impostos da cesta básica? E os outros 26 produtos? E por que aumentou o ICMS dos combustíveis? Fazer TikTok mentindo, usando o boné do MAGA é muito fácil. É o patriota que defende os EUA. Esse cara administra SP só para os mais ricos. Esse é o governador mentiroso que disse que morava em SJC sem saber onde ficava o Banhado. Esse sujeito Xinga o STF no RJ igual ao coiso e depois vai para Brasília pedir desculpinhas ao STF.
Do que adianta este aumento do PIB paulista que sempre foi o maior do país quase a metade vai para o governo federal e é dividido com outros Estados e não retorna nem a metade para o Estado de SP ?
Responsável por 31% do PIB do Brasil; São Paulo recebe aproximadamente R$ 305,8 bilhões do Governo Federal.
“São Paulo, que a gente sempre chamou de locomotiva do Brasil, está virando burro de carga do Brasil”,… “2021, o governo federal recolheu R$ 720 bilhões em impostos de São Paulo e devolveu ao estado na forma de repasses R$ 46 bilhões, “15 vezes menos [daquilo] que a gente manda”. “Estados pobres como Maranhão, Piauí e Acre ficam com parte desse dinheiro”,… a forma como o pacto federativo distribuiu a destinação das verbas advindas desses tributos “municipalizou e estadualizou o serviço, e federalizou o dinheiro, porque de 100% que arrecada com imposto, 63% a 64% fica com Brasília, de 22% a 25% vão para os estados, e cerca de 15% ficam com os municípios”…. Ex – Governador de São Paulo.
Ranking dos estados que tem maior peso no PIB do Brasil :
São Paulo – 31,1%
Rio de Janeiro – 11,4%
Minas Gerais – 9,0%
Paraná – 6,1%
Rio Grande do Sul – 5,9%
Bahia – 4,0%
Santa Catarina – 4,6%
Distrito Federal – 3,3%
Goiás – 3,2%
Pernambuco – 2,4%
Mato Grosso – 2,5%
Pará – 2,3%
Ceará – 2,1%
Espírito Santo – 1,8%
Mato Grosso do Sul – 1,7%
Amazonas – 1,4%
Maranhão – 1,4%
Rondônia – 0,7%
Piauí – 0,7%
Sergipe – 0,6%
Tocantins – 0,6%
Rio Grande do Norte – 0,9%
Paraíba – 0,9%
Alagoas – 0,8%
Acre – 0,2%
Amapá – 0,2%
Roraima – 0,2%