Plano de recuperação de cratera no Jardim Imperial prevê nova galeria de águas pluviais e obras em três etapas na zona sul de São José dos Campos

O plano de recuperação de cratera no Jardim Imperial começou a ser executado nesta terça-feira (10), em São José dos Campos, após o rompimento de uma galeria de águas pluviais na Rua Felisbina de Souza Machado, na região sul da cidade. A obra foi definida após chuvas intensas no início do ano provocarem o afundamento do solo e a abertura de uma cratera na via.
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A estratégia de recuperação de cratera no foi estruturada em três etapas técnicas, com o objetivo de estabilizar o solo, reparar os danos causados à rede de drenagem e reduzir riscos à população do entorno. Segundo as informações divulgadas pela prefeitura, a primeira fase envolve a contenção das erosões e a realização de sondagens geotécnicas. As áreas comprometidas estão sendo preenchidas com camadas de pedras para recomposição do solo, enquanto as sondagens avaliam as condições de suporte do terreno próximo às edificações vizinhas.
A segunda etapa prevê o preenchimento dos vazios internos formados ao redor da galeria danificada. De acordo com o planejamento, a deterioração dos tubos metálicos provocou cavidades no maciço de solo, que agora serão tratadas com material adequado para evitar novos afundamentos e conter a progressão do processo erosivo.
Na terceira fase, será executada uma nova galeria de águas pluviais por método não destrutivo. A estrutura será implantada paralelamente à galeria colapsada, com menor interferência na superfície da via, nas edificações próximas e nas redes de infraestrutura urbana existentes.
Os trabalhos iniciais de estabilização estão concentrados no trecho mais afetado, próximo à praça Antônio Moreira Vita, considerado de maior risco. Após a conclusão dessa etapa, as equipes devem atuar no segundo ponto atingido, na esquina com a rua Roberto Baranov, para dar continuidade às intervenções e permitir o avanço das obras de reparo da galeria.
Desde a abertura da cratera, a área segue com acompanhamento permanente da Defesa Civil. Como medida preventiva, 34 apartamentos e quatro casas foram interditados, e os moradores permanecem fora dos imóveis até que as condições de segurança sejam restabelecidas.






