Segundo a prefeitura a supressão seguiu recomendação de vistoria e laudos técnicos emitidos pela Secretaria de Urbanismo e Sustentabilidade; árvores estariam mortas ou com a saúde comprometida

Não havia outra opção. Esta é a posição da prefeitura sobre a supressão de três palmeiras imperiais, três eucaliptos e sete cítricos no Parque da Cidade feita na tarde de quarta (30). Segundo a prefeitura o corte seguiu recomendação de vistoria e laudos técnicos emitidos pela Secretaria de Urbanismo e Sustentabilidade.
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De acordo com a pasta as árvores estavam com estado fitossanitário comprometido ou mortas, e apresentavam risco de queda, sobretudo no período de chuvas. As palmeiras imperiais, espécies protegidas por decreto municipal, tiveram supressão comunicada ao Comphac (Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município).
A prefeitura informou ainda que faz uma análise a partir da coleta do material das palmeiras para identificar os possíveis agentes causadores da morte. “Esta ação faz parte do manejo do patrimônio arbóreo do Parque da Cidade, trabalho que também envolve a manutenção preventiva das demais árvores, com a realização de adubação e podas de limpeza”, finalizou a prefeitura.
Compensação
Em nota, a Secretaria de Urbanismo garantiu que as palmeiras imperiais e as árvores do pomar de cítrus serão repostas no mesmo local e os eucaliptos terão a compensação na proporção de 10 mudas de árvores nativas para cada supressão. Elas devem ser plantadas no próprio Parque da Cidade.
Parque
O Parque da Cidade é a maior área verde localizada na região urbana da cidade, com um acervo de mais de 3 mil árvores, entre espécies nativas e exóticas.







