Câmara Municipal e prefeitura têm imensa responsabilidade em definirem uma lei que vai na contramão do desejo popular
Por Marco Osio Pugliesi
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Quais os riscos e as consequências de tomar uma decisão antipopular? Esta pergunta certamente aflige os poderes executivo e legislativo de São José dos Campos. A indagação fica ainda mais importante se levarmos em conta, amigo leitor, que em 2020 teremos eleições municipais. O mesmo prefeito e os 21 vereadores que hoje debatem as diretrizes da nova lei de zoneamento serão os mesmos que pedirão seu voto no ano que vem.
Como elaborar uma lei com a ciência de que mais de 70% dos moradores são contrários ao que se estipula? Pois este é o caso do Terreno das Vaquinhas, gleba mais valiosa da cidade e visto como uma mina de ouro para as grandes empreiteiras. Não adiantam mais as explicações e justificativas da prefeitura. A população não é boba. Muito pelo contrário. Os moradores já entenderam por meio das reportagens da Life tudo o que se está propondo com a nova legislação para o Terreno das Vaquinhas. E eles não querem tais alterações, prezado leitor!
Quem mora no bairro o considera saturado e nem quer ouvir falar em 10 mil novos moradores – independente se as ruas serão mais largas ou a distância entre um prédio e outro mais extensa. Os moradores querem qualidade de vida! Isto ficou evidente em pesquisa realizada pelo grupo ABA do Facebook e que você confere nas páginas a seguir. O povo diz não. As empreiteiras pressionam as autoridades pelo sim. E aí, prezado leitor, quem vencerá a queda de braço?







