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Milagre de Pedro Severino: Jogador do Bragantino sai da UTI e emociona o Brasil

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Milagre de Pedro Severino! Jogador do Bragantino sai da UTI e segue recuperação após acidente gravíssimo. Família agradece apoio e orações

Milagre de Pedro Severino Jogador do Bragantino sai da UTI e emociona o Brasil
Milagre de Pedro Severino: Jogador do Bragantino sai da UTI e emociona o Brasil / Foto: reprodução internet

O futebol brasileiro acompanha com esperança e emoção a recuperação do jovem atacante Pedro Severino, do Red Bull Bragantino. Após um grave acidente na Rodovia Anhanguera (SP-330), o atleta deixou a UTI e foi transferido para o quarto, marcando mais um capítulo de um verdadeiro milagre.

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A notícia foi confirmada pelo Hospital da Unimed em Ribeirão Preto na noite de segunda-feira (24), informando que o jogador respira totalmente sem a ajuda de aparelhos e apresenta um quadro clínico estável. Mas, sua recuperação ainda exige cuidados, especialmente em relação ao quadro neurológico – que segue sob avaliação médica.

De protocolo de morte encefálica ao milagre da recuperação

O acidente que quase tirou a vida de Pedro Severino aconteceu no último dia 4 de março. O jogador seguia para Atibaia, onde se apresentaria ao Red Bull Bragantino, clube com o qual havia acabado de assinar contrato. Ele estava acompanhado do também jogador Pedro Castro e de um motorista particular, que adormeceu ao volante, colidindo contra um caminhão na rodovia.

Pedro Severino foi o mais afetado no acidente, sofrendo traumatismo craniano severo. Seu estado era tão crítico que, no dia 5 de março, um protocolo de morte encefálica foi aberto. Mas, no momento da retirada da sedação, Pedro surpreendeu a equipe médica ao apresentar um reflexo de tosse, levando à suspensão do protocolo e reacendendo a esperança.

Desde então, sua recuperação tem sido considerada um verdadeiro milagre, e o caso vem mobilizando familiares, torcedores e admiradores do esporte em todo o Brasil.

Oração, fé e gratidão: família celebra a recuperação

Em meio à luta pela vida do jovem jogador, sua família divulgou uma nota emocionante, agradecendo as orações e o apoio recebido de todo o país. “Nós temos a convicção de que o Pedro só está reagindo dessa maneira porque tantas pessoas (inclusive que não conhecemos) estão orando em conjunto e acreditando neste milagre! Sim, ele já é um milagre!”, diz o comunicado.

Apesar da felicidade com a evolução do quadro clínico de Pedro, os familiares decidiram interromper temporariamente a divulgação de boletins médicos frequentes, explicando que a falta de mudanças diárias gerava ansiedade e angústia. Mas, garantiram que qualquer informação relevante será compartilhada.

O futuro do jovem talento

Aos 19 anos, Pedro Severino ainda tem um longo caminho de recuperação pela frente. Formado na base do Botafogo-SP, ele brilhou nas categorias sub-17 e sub-20 e ganhou destaque na Copa São Paulo de Futebol Júnior 2025. Sua transferência para o Red Bull Bragantino marcaria uma nova fase na carreira, interrompida pelo acidente.

Apesar do quadro ainda delicado, a evolução positiva e a força demonstrada pelo atleta reacendem a esperança de vê-lo novamente em campo no futuro. Enquanto isso, amigos, torcedores e companheiros de equipe seguem unidos na torcida por sua plena recuperação. O milagre de Pedro Severino continua, e sua história de superação já inspira milhares de pessoas pelo Brasil. Força, Pedro!

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2 Respostas

  1. Claro que foi milagre… Só depois do pronto atendimento de urgência com protocolos de politraumatizados ( PHTLS e ITLS), depois de dar entrada em hospital de ponta, depois do atendimento ( ATLS ) e tratamento médico especializado e intensivo hospitalar, depois dos cuidados de toda equipe de saúde, depois do uso de aparelhos médicos e de medicamentos usados em UTI, sendo jovem e atleta portanto com maior reserva cardiovascular e cerebral e maior probabilidade de recuperação. Depois de tudo isso, ai considera milagre.

    1. Não houve morte cerebral decretada
      Em entrevista à CNN, o neurocirurgião Guilherme Lepski, do Hospital das Clínicas e Instituto de Neurocirurgia de São Paulo, explicou que o caso não é incomum justamente por conta dos protocolos adotados para declarar a morte cerebral. A equipe médica precisa respeitar uma série de procedimentos para garantir que não há mesmo atividade cerebral antes de decretar o quatro.

      “Está errado falar que a morte encefálica foi declarada e depois revertida. Isso é uma desinformação grave, que pode levar a população a interpretar que morte encefálica é uma coisa reversível, não é absolutamente o caso”, afirma Lepski. “No caso dele não houve o diagnóstico de morte encefálica. A prova clínica foi interrompida porque ele tossiu.”

      “Isso significa que o tronco encefálico dele estava funcionando. Nesse caso o diagnóstico não é de morte encefálica, não é de um quadro reversível. A medida clínica se tomar em casos desse é suporte de vida, o que deve estar sendo feito pela equipe cuidadora”, explicou.

      O neurologista William Rezende explica que o tronco encefálico é justamente a parcela do cérebro responsável pela tosse, sintoma apresentado pelo jogador do Bragantino que fez com que a equipe médica interrompesse o protocolo de morto cerebral.

      “Pode ser que ele estivesse com o cérebro muito inchado e isso tenha suspendido a nutrição de sangue para o cérebro. Quando você faz o exame nas principais artérias, ele mostra que não está passando o sangue dentro do cérebro e o córtex cerebral também não está com atividade elétrica. Mas, às vezes, ainda por outros ramos mais finos, por outros ramos colaterais, o sangue continua chegando no tronco encefálico”, disse Rezende.

      Outros fatores podem deixar o paciente arresponsivo.
      Os extensos testes de avaliação de morte encefálica não só são cruciais para entender o quadro, como também devem ser realizados apenas após o descarte de quaisquer outras possibilidades que deixem o paciente arresponsivo. É o que explica Sandro Matas, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

      Segundo o médico, fatores como a ação de fármacos depressores do sistema nervoso central, hipotermia ou um grave distúrbio metabólico (escórias renais e hepáticas, distúrbios hormonais, distúrbios eletrolíticos, distúrbios glicêmicos, etc) podem levar a esse cenário.

      “Portanto, a avaliação de morte encefálica é complexa e exige médico capacitado para isto”, conclui.

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