Asfalto afunda no Jardim Imperial, em São José dos Campos, após duas crateras surgirem; 156 pessoas seguem desalojadas e sem previsão de retorno às residências

Infelizmente, as 156 pessoas que estão desalojadas após duas imensas crateras surgirem no Imperial, na zona sul de São José dos Campos, seguem sem previsão de voltar às residências. Após as chuvas de quinta (12) o asfalto afundou na mesma rua, infelizmente. O novo afundamento foi registrado na rua Felisbina de Souza Machado e aumentou a preocupação de moradores da região. A prefeitura informou que monitora a situação, o que ocorre desde sábado (7).
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Segundo relatos de moradores, o asfalto começou a apresentar movimentação na noite de quarta-feira (11), nas proximidades da primeira cratera aberta na via. Na tarde de quinta-feira (12), o problema teria se intensificado com a forte chuva.
De acordo com os residentes, há receio de que a chuva persistente comprometa a rede de drenagem pluvial, provocando novo colapso do solo. Após uma pancada de chuva na quinta-feira, o primeiro buraco voltou a encher de água.
As obras de recuperação no Jardim Imperial tiveram início na terça-feira (10). A prioridade inicial foi a segunda cratera que se abriu e resultou na interdição de quatro casas e de um prédio com 34 apartamentos.
A área segue isolada para garantir a segurança. A prefeitura de São José dos Campos informou que acompanha as condições da galeria de águas pluviais e mantém equipes da Defesa Civil e da Guarda Civil Municipal no local 24 horas por dia. O objetivo é prevenir novos riscos e adotar medidas emergenciais, caso necessário.
O caso segue em monitoramento, e novas atualizações podem ser divulgadas conforme o avanço das obras e das avaliações técnicas.







2 Respostas
Se desde a primeira cratera tivessem tomado providências sérias e concretas , isto não estaria assim . Gostaria que seus reporters aprofundassem este caso : ano de construção da galeria fluvial , quem foi na empresa que construiu , quem foi o fiscal que deu o aval de qualidade na para a obra , quem foram os engenheiros e que assinaram a obra e o levantamento topográfico feito . Não podemos morar numa casa sem o habite-se . Deve haver algum laudo técnico quando da construção da galeria fluvial com levantamento topográfico do terreno ! Pois tudo isto só está acontecendo por trabalho mal feito e mal fiscalizado , pois não houve nenhum terremoto , nem explosão de bomba , e a água bem drenada não causa nem erosão , quanto mais crateras . Deem um salto de qualidade nas suas reportagem e informem mais que o óbvio que já sabemos .
O atual prefeito pode estar indignado por ser esse um problema de gestões passadas, mas é exatamente isso que ele faz para os futuros quando contrai dívidas milionárias que, somadas, chegam próximo à casa do bilhão. Uma hora o rombo aparece.