Em ato, MBL mira sindicatos da região

Centrais sindicais como CUT e CONLUTAS foram alvos do grupoimg-20161204-wa0028

Dia 4 de dezembro o Brasil saiu às ruas novamente. Entre as pautas em comum, estavam o Fora Renan, o apoio a operação Lava-Jato, e o fim do foro privilegiado.

Em São José dos Campos, o núcleo local do Movimento Brasil Livre trouxe ao ato uma quarta pauta que também vem ganhando corpo em Brasília: o fim do imposto sindical obrigatório. De acordo com eles, pelo Vale do Paraíba ser região industrial e altamente empreendedora, era fundamental trazer este assunto à tona para evitar que os sindicatos continuem “militando para partidos políticos” e “gerando desemprego”.

Em tramitação no Senado, a lei pretende extinguir o imposto que é repassado aos sindicatos de todo o Brasil, ficando o trabalhador livre para contribuir com o sindicato de sua classe apenas se se sentir representado.

Em discurso, o coordenador do MBL na região, Thomaz Henrique Barbosa, relembrou que o SindServ, sindicato dos servidores municipais de São José dos Campos, se posicionou contrário à denúncia apresentada pelo movimento contra o prefeito Carlinhos Almeida (PT). À época, o grupo pedia a cassação do prefeito por improbidade administrativa ao negligenciar repasses ao fundo de previdência do servidor municipal.

“O SindServ não apoiou que houvesse investigação deste caso, protegendo o prefeito e abandonando a quem deveria representar, que é o servidor municipal. No entanto, estavam doando água e alimentos para manter a invasão do Matarazzo”, disse, citando a recente ocupação ao colégio estadual Benedito Matarazzo, na zona sul de São José dos Campos.

“Este é mais um exemplo de dinheiro público financiando uma agenda partidária, assim como o quebra-quebra que aconteceu em Brasília recentemente. Aqui em São José, o sindicato dos metalúrgicos serve ao PSTU e o Sindicato dos Químicos ao PSOL. Não é justo que o verdadeiro trabalhador fique refém de partidos vermelhos”, concluiu.

Lucas Pavanato, jovem coordenador do movimento, foi ainda mais enfático e definiu como “pelegada” os sindicalistas da região: “Vivem do dinheiro público e e fingem representar o trabalhador. Chega de financiarmos a farra dessa pelegada!”, afirmou o estudante de apenas 18 anos.

Ao final do ato, cerca de mil pessoas entoaram gritos pedindo o fim do imposto sindical obrigatório e em apoio ao Juiz Sérgio Moro e a Operação Lava-Jato.

 

LIFE | destaques - Publicado 15:50 | - Redação

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