Cbers-6 vai custar mais de 100 milhões de dólares e tem previsão de entrar em órbita em 2028

O Brasil e a China assinaram um acordo para a criação do satélite CBERS-6, que será operado pelo INPE em São José dos Campos. Uma das principais novidades do satélite será o uso de tecnologia de radar para monitorar áreas, o que permitirá coletar informações mesmo em condições climáticas desfavoráveis.
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O CBERS-6 coletará imagens de uso público e custará até US$ 140 milhões (R$ 752 milhões). A China cobrirá metade desse valor, enquanto o Brasil arcará com o restante, incluindo os custos de operação, que ainda serão definidos. O satélite será usado para monitorar áreas ambientais da Amazônia e cada país será responsável por controlá-lo por um período de tempo.
O acordo também inclui cooperação espacial, pesquisa e inovação, economia digital, combate à fome, intercâmbio de conteúdos de comunicação e facilitação de comércio. O CBERS-6 será a sétima versão da família de satélites lançados pelo INPE, que têm sido amplamente utilizados para o controle de desmatamento, monitoramento de recursos hídricos e agricultura, além de educação e outras aplicações.
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2 Respostas
Todo mundo sabe que a conquista do espaço para a China é uma estratégia bélica. E a gente está se metendo nisso…
O Brasil TERIA condições de fazer um projeto desses sozinho mas com o atual governo a coisa é diferente a gente utiliza nosso dinheiro pra investir em cuba, Venezuela, Argentina e empresta da China pra ficar dependente desses países comunistas. Tudo em entre AMIGUES. E tem gente que apoia e defende.
Enquanto isso os números da economia só caindo e a mídia sendo comprada (igual mas eleições) pra divulgar que ESTA TUDO BEM.